Ana Gonçalves viu na pandemia uma oportunidade de negócio e criou a Academia Negócios de Saúde

Posted by Iscte Executive Education_ on Mar 9, 2026 10:36:36 AM

 Uma plataforma que ajuda empreendedores na área da saúde a alcançarem o sucesso.

Formada em fisioterapia na Escola Superior de Saúde Atlântica,Ana Gonçalves começou a trabalhar na clínica Fisiotorres em 2007 e, passados dois anos, com apenas 24 anos, adquiriu o negóciolocalizado em Torres Vedras porque “surgiu a oportunidade”, conta ao ECO/Local Online.Depois da aquisição começou “a apaixonar-se pela gestão”,apesar de admitir que “cometeu alguns erros”, numa fase inicial.

Em 2015, ano em que nasce o primeiro filho, iniciou uma parceria através de um contrato de exploração de 25 anos no Espaço Saúde Física em Torres Vedras. Um ano depois foi diagnosticada com uma doença e viu-se obrigada a ausentar-se dos negócios.

“Foi nesta altura que percebi que não adiantava só ser boa profissional de saúde, e tinha de perceber de gestão”, diz Ana Gonçalves.

Foi neste infortúnio que começou a investir em competências de gestãoe tirou oExecutive Masterem Gestão de Serviços de Saúde, pelo Iscte Executive Education, e mais tarde um mestrado em Gestão de Empresas, realizado no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – Iscte Instituto Universitário de Lisboa.

Em 2018 expandiu o Espaço Saúde Física para outra freguesia de Torres Vedras e, dois anos mais tarde, confrontada com a pandemia de Covid-19, enfrentou “alguma instabilidade”. Com as três clínicas fechadas temporariamente, fruto da pandemia, e mais de 100 colaboradores, Ana Gonçalves viu, ainda assim, uma oportunidade de negócio na crise. 

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IEE lança pós-graduação em IA para reforçar papel estratégico de líderes tecnológicos

Posted by Iscte Executive Education_ on Mar 5, 2026 11:00:43 AM

 O IEE tem abertas as candidaturas para a Pós-graduação em AI for Tech Leaders, uma formação avançada dirigida a profissionais tecnológicos que pretendem reforçar o seu posicionamento estratégico nas organizações.  


A iniciativa surge num contexto em que a Inteligência Artificial está a transformar profundamente os modelos de negócio e a forma como as empresas operam. 

Com uma abordagem prática, o programa explora a aplicação real da IA a desafios empresariais concretos, abordando temas como Generative AI, Copilots, Azure AI e Machine Learning, bem como princípios de Responsible AI e modelos de governação. A formação pretende, assim, dotar os participantes de ferramentas que lhes permitam alinhar tecnologia, estratégia e objetivos de negócio. 

Consulte mais sobre a Pós-Graduação Online em AI for Tech Leaders

- Consulte o artigo completo na Executive Digest

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A IA funciona. A empresa/organização é que não!

Posted by Iscte Executive Education_ on Feb 27, 2026 12:25:52 PM

 A IA deixou de ser experimentação para se tornar projeto (e expectativa) nas empresas/organizações. 


"Os váriosstakeholders, nomeadamente os acionistas, passaram a pressionar fortemente os CEO para que hajaReturn on Investmentrelativo aos investimentos que têm sido feitos. Por sua vez, os CEO investem em plataformas, em políticas e em modelos de governo. E, ainda assim, a adoção teima em falhar, surgindo sempre atalhos e outras formas paralelas de fazer, levando a que o risco aumente e o valor expectável não apareça."

"O problema raramente é tecnológico. É dedesignde adoção. É dedesignorganizacional. Ou seja, muitas organizações tratam a IA como mais um projeto de IT ou como uma iniciativa clássica de mudança: aprova-se a ferramenta, fazem-se circular políticas, desenvolve-se formação e mede-se. O que falta é o mesmo que aplicamos aos produtos externos: propostas de valor claras (resultantes debusiness cases), adaptação ao utilizador e iteração contínua (ágil, de preferência). Isto além do óbvio: colocar IA em cima de processos não-redesenhados e capazes de receber IA conduz a maus resultados." afirmou José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education.

- Consulte o artigo completo no Diário de Notícias

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Marca, inglês e NOVA SBE

Posted by Iscte Executive Education_ on Feb 24, 2026 11:28:01 AM

Mudar o nome é fragilizar o posicionamento, é confundir candidatos e é diluir “equity”.


"A recente polémica entre a Universidade NOVA de Lisboa e a NOVASSBE NOVA School of Business and Economics  – sobre a designação em inglês (e a necessidade de lhe colocar o Faculdade de Economia da UNL) não é um detalhe. é estratégia. E pode ser, quiçá, estrutural."

"Perde-se mercado ao mudar a marca? Numa marca internacional construída ao longo de décadas, com investimento, com muito “awareness” e afirmando-se pela reputação cumulativa perde-se sempre valor. Alterá-la, sobretudo quando está consolidada em mercados exigentes (mesmo o nacional), é criar tumulto onde há clareza e onde há alguma certeza. Em ensino superior de gestão, onde o estudante internacional (e nacional) compara escolas globalmente, a memória da marca é um ativo absolutamente crítico."

"E os “rankings”? Nem são melhores, nem são piores. São apenas comparáveis. É certo que são “rankings” imperfeitos, mas são o jogo onde todos jogam (e muitos querem jogar e não conseguem).
A NOVA SBE aparece nos mesmos “rankings” que as melhores escolas europeias e globais."

- Consulte o artigo completo no Jornal de Negócios

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