Executive Master em Gestão de Serviços de Saúde do Iscte Executive Education começa em setembro

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 24, 2026, 11:13:28 AM

O programa, reconhecido pela Ordem dos Médicos da Região Sul, destina-se a profissionais que pretendem reforçar competências de gestão para responder aos desafios do setor da saúde.

 

 

OIscte Executive Educationvai iniciar, em setembro, uma nova edição do Executive Master em Gestão de Serviços de Saúde, um programa de média duração dirigido a profissionais que pretendem aprofundar competências de gestão e liderança num setor em constante transformação.

Reconhecido pelaOrdem dos Médicos da Região Sul, o programa integra a oferta de Executive Masters da instituição, que aposta na formação orientada para o upskilling e o reskilling, permitindo aos participantes consolidar conhecimentos e desenvolver competências ajustadas às atuais exigências das organizações.

Segundo o Iscte Executive Education, os programas distinguem-se pela forte ligação ao contexto empresarial, recorrendo a metodologias práticas orientadas para a tomada de decisão, a inovação e a criação de valor nas organizações.

“Investir na aprendizagem ao longo da vida deixou de ser uma opção para passar a ser um fator decisivo de competitividade. O objetivo é dotar os profissionais de competências que possam aplicar de forma imediata no contexto organizacional, contribuindo simultaneamente para o seu desenvolvimento profissional”, afirma, em comunicado, José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education.

Além do Executive Master em Gestão de Serviços de Saúde, a edição de setembro inclui programas nas áreas da gestão empresarial, marketing, gestão de programas e projetos e gestão estratégica de pessoas e liderança.

Veja aqui o artigo completo em Saúde Online

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IA: temos de agir já, sem consenso!

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 24, 2026, 11:09:37 AM

Temos de agir agora é o título e o conteúdo do documento da Stanford University assinado por 16 prémios Nobel e mais de 200 economistas e investigadores. 

 

Dezasseis prémios Nobel e mais de 200 economistas e investigadores assinaram um aviso claro e com a objetividade que tantas vezes falta, e tem faltado, ao debate público: a Inteligência Artificial pode provocar uma mudança económica maior do que a Revolução Industrial, num espaço de tempo muito mais curto.

Temos, portanto, de agir já. 

O alerta, divulgado pelo Stanford Digital Economy Lab, parte de uma evidência francamente incómoda. As capacidades da IA avançam mais depressa do que a nossa compreensão dos seus efeitos no emprego, nas empresas, na distribuição da riqueza e nas instituições. Estamos a conduzir demasiado depressa perante dias de nevoeiro intenso.

Parar, por outro lado, também tem consequências. Durante demasiado tempo, tratámos a IA como mais uma ferramenta digital. Ou mesmo uma tecnologia, tout court. Desta forma, com uma licença, um chatbot, um curso rápido para os colaboradores, um aplicativo e o assunto ficaria arrumado. Só que a mudança é francamente mais profunda. Mexe na forma como se decide, trabalha, cria valor, aprende e exerce poder. E estamos a deixar que a IA entre nas escolas, no básico, sem que haja grande pensamento crítico à volta dela. Temo, e isto é uma nota minha, que estejamos a formar pessoas com IA mas sem raciocínio crítico e sem desenvolvimento cognitivo suficiente. Temos de usar IA e ela é inescapável, verdade. Não temos, porém, de a usar de todas as formas e feitios sem qualquer criticidade. 

Veja aqui o artigo completo em Observador

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Conhecimento para decidir. Formamos para fazer a diferença.

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 24, 2026, 10:11:25 AM

O Iscte Executive Education tem vindo a afirmar-se como uma referência na formação de executivos em Portugal. 

 

A nossa diferença é simples: não vendemos formação a metro. Trabalhamos sobre problemas reais, com empresas reais, executivos reais e consequências reais. Sublinho: consequências reais. A identidade do Iscte Executive Education está na ligação entre rigor académico, pragmatismo de gestão, proximidade ao tecido empresarial e capacidade de execução. Somos uma escola privada dentro de uma universidade pública, aberta ao mundo, mas sem complexos.

Não formamos para o certificado. Formamos para a decisão. A oferta formativa tem evoluído significativamente nos últimos anos.

Como é que a escola acompanha as novas necessidades dos profissionais e das organizações e que áreas considera mais estratégicas para o futuro?

Ouvindo o mercado, mas não obedecendo cegamente à moda. Há muito bruaá na formação executiva.

E muito novo riquismo. Nós procuramos separar tendências de hype. As áreas críticas são claras: liderança, inteligência artificial, dados, estratégia, finanças, sustentabilidade, saúde, operações, inovação e transformação organizacional, entre outras.

A questão central não é ter cursos sobre tudo. é desenhar experiências que mudem a forma como as pessoas pensam, decidem, se tornam autónomas e lideram. Num contexto em que o conhecimento está cada vez mais acessível e a Inteligência Artificial está a transformar a forma como aprendemos, qual passa a ser o verdadeiro papel de uma escola de formação de executivos? 

Veja aqui o artigo completo em Jornal Económico (O) - Quem é Quem - Formação Profissional

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2027: O ano das mudanças disruptivas? O próximo capítulo na Gestão de Pessoas

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 23, 2026, 10:49:32 AM

A evolução tecnológica, as novas expectativas dos profissionais e as mudanças demográficas estão a desafiar os modelos tradicionais de Gestão de Pessoas. 

 

 As constatações não são novas, mas os desafios que trazem continuam a ser marcados sobretudo pela incerteza. Estaremos perante uma verdadeira disrupção ou apenas uma aceleração da mudança (e a muito diferentes velocidades nas empresas)?

É a reflexão que a Human Resources propõe para a XXXII Conferência, que vai realizar-se dia 14 de Outubro, no Museu do Oriente, em Lisboa.

Foi com uma visita à zona dos laboratórios da Hovione que o almoço pré-férias do Conselho Editorial começou, contando com Marco Gil, co-CEO da farmacêutica, como guia. Fundada em 1959 por Ivan e Diane Villax (distinguida pela Human Resources Portugal, em 2024, com o “Prémio Carreira”), a Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e dispositivos médicos, e produz princípios activos para a indústria farmacêutica mundial.

Reconhecida como uma das empresas portuguesas que mais investe em investigação e desenvolvimento, orgulha-se de ser o maior empregador privado de doutorados no País. Tal como no negócio, também na Gestão de Pessoas a Hovione quer dar-se a conhecer pelos aspectos diferenciadores, sendo ponto assente , da base até ao topo , que os Recursos Humanos têm de estar na “agenda estratégica”.

Daí a conversa evoluiu para os desafios das empresas em matéria de pessoas, para chegarmos àquele que vai ser o tema da 32.ª edição da Conferência Human Resources: “2027: o ano das mudanças disruptivas? O próximo capítulo na Gestão de Pessoas”. É evidente que a inteligência artificial está a transformar o trabalho, as competências e as carreiras. Mas as empresas vão precisar de menos pessoas ou de talentos diferentes?

Estará o sistema de ensino a preparar os profissionais para esta realidade? E que impacto terão estas transformações na entrada dos jovens no mercado de trabalho e na gestão de carreiras cada vez mais longas? 

Veja aqui a notícia completa em Human Resources

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