Iscte Executive Education_

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O Futuro não espera por quem ainda está ligado ao passado

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 6, 2026, 6:25:44 PM

A IA acelerou o conhecimento, mudou o trabalho e está a transformar a forma como ensinamos e aprendemos.

A informação está hoje disponível em todo o lado. Precisamente por isso, aprender não pode passar apenas por acumular conteúdos. É necessário saber escolher, questionar, relacionar, experimentar e decidir. E transformar conhecimento em ação. Responsabilizando-se, obviamente, por ela. Tenho para comigo que as empresas que irão vencer não serão necessariamente as que sabem mais. Serão as que aprendem mais depressa. As que desaprendem, e até esquecem, o que deixou de funcionar. E voltam a reaprender antes das outras.
É aqui que a formação de executivos se torna decisiva.
No Iscte Executive Education, trabalhamos nessa fronteira.
Entre a academia e a empresa, a ciência e a prática, a tecnologia e o humano, o presente e o futuro.
Não formamos para um mundo ideal. Formamos para o mundo real. Com todos os problemas reais. Com empresas reais, dados reais e decisões reais.
O formato é essencial. Tal como essencial é o impacto.
E a presença é, não obstante, insubstituível quando cria relação, debate e experiência. Muito embora o digital acrescente flexibilidade, escala e até personalização. O híbrido pode, igualmente, reunir alguns mundos interessantes. A aprendizagem, per se, tem de mudar comportamentos. Melhorar decisões.
Acelerar resultados. 
Criar valor.
Caso contrário, é apenas informação bonitinha, mais ou menos bem apresentada. A IA terá um papel crescente. Vai personalizar conteúdos. Apoiar análises, criar cenários, simular decisões e acelerar processos. Mas penso que não irá substituir tudo. Será que chegaremos ao limiar da metacognição pela IA?

Talvez sim, talvez não. Por enquanto, a liderança continuará a exigir julgamento, ética, coragem, empatia, consciência, autonomia e capacidade para comunicar, mobilizar pessoas e decidir em ambientes
de enorme incerteza.

Veja aqui o artigo completo em Negócios

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OPINIÃO - A universidade tem um problema de aprendizagem. Não de IA

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 6, 2026, 11:23:02 AM

AI in Higher Education Global Survey 2026, do Digital Education Council, tem uma dimensão difícil de ignorar: 45.398 respostas, 27.284 estudantes e 18.114 docentes, em 35 países. E OS números colocam a discussão onde ela deve estar. Não na tecnologia. Mas na aprendizagem.

 

 

 61% dos estudantes dizem que a IA lhes permite perder menos tempo em tarefas repetitivas e concentrar-se mais nas ideias. 31% enfrentam trabalhos mais exigentes. E precisamente isto que queremos: usar tecnologia para elevar a fasquia, não para baixar. Mas aparece imediatamente o outro lado: 21% já têm maior dificuldade em resolver problemas sem IA, 20% dependem dela para produzir melhor trabalho e 19% dizem reter menos conhecimento. Esta é a questão. Não saber fazer um prompt nunca será uma tragédia. Deixar de saber pensar sem um prompt é a tragédia que temos pela frente. Por isso, 66% dos estudantes receiam que a IA torne a aprendizagem demasiado superficial e prejudique pensamento crítico e criatividade. Entre os do-centes, 73% receiam que a utilização de IA esteja a substituir o desenvolvimento cognitivo e as competências dos próprios alunos. A resposta não pode ser proibir. Seria tão absurdo como proibir a calculadora para salvar a matemática. A resposta é redesenhar a aprendizagem. Há conhecimentos que um estudante tem de possuir. Há raciocínio quantitativo que tem de domi-nar. Tem de saber escrever, argumentar, comunicar, discordar, relacionar conhecimento, tomar decisões e trabalhar com outras pessoas. E depois deve usar IA para conseguir fazer mais, melhor e coisas que antes não conseguia fazer. Preocupa-me, particularmente em Portugal, o aluno português. O aluno à procura de um diploma mas sem querer conhecimento, sem curiosidade intelectual e apenas a almejar o output fácil em papel timbrado. Sou licenciado. Sou mestre. Sou MBA. Este aluno é uma preocupação na medida em que não está: a aprender realmente nada. E está a tornar-se dependente em vez de independente. Torna-se dependente para pensar e dependente para decidir. Já agora, a talho de foice, está a tornar-se dependente para assumir responsabilidades? Pois então temos um problema ainda maior. Temos mesmo. Esta fatura vai-se pagar cara nas empresas, mais à frente. Só que a universidade ainda está, na sua grande maioria, longe disto tudo. Apenas 29% dos estudantes consideram os seus professores preparados para os orientar em IA. Só 28% dizem que muitas ou a maioria das avaliações se aproximam das competências e do julgamento que vão precisar num mundo profissional com IA. E apenas 30% consideram os seus programas atuais face à IA e às competências futuras. 

Veja aqui o artigo completo em Negócios

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ISCTE Executive Education Portugal e Porter: 32 anos depois, mesmo diagnóstico, mesmos problemas!

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 2, 2026, 11:18:58 AM

Falhou a execução e continua a falhar clamorosamente a ambição. Um país sem ambição é um país de pequeninos. 

 

Em 1994, Michael Porter fez a pergunta certa: porque prosperam alguns países em determinados setores e outros, com recursos semelhantes, não?

Trinta e dois anos depois, a resposta portuguesa continua desconfortável.

O problema nunca foi apenas escolher setores.

Foi transformar trabalho, capital e conhecimento em produtividade.

André Paula Santos, Alcino Lavrador e Bruno Damásio revisitaram, em 2026, os relatórios de Porter e fizeram novamente um diagnóstico.

1. Produtividade. Portugal trabalha mais, mas produz menos valor por hora: 104,2% das horas trabalhadas da UE, mas apenas 66,8% da produtividade por hora. É a quarta mais baixa da União. Este ponto é fulcral. Mau, mas fulcral. Pergunto-me muito frequentemente se as pessoas sabem efetivamente o que é produtividade. No rácio e na prática.

2. Crescimento sem eficiência. Nos clusters analisados, i.e., automóvel, vinho, turismo, madeira e cortiça, têxtil e calçado, a produtividade total dos fatores foi negativa. Crescemos com mais capital e trabalho, não com melhor combinação dos fatores. 

Veja aqui o artigo completo em Observador

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Learning the Future é o tema da Aprender Magazine 2026

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 29, 2026, 11:18:40 AM

A Aprender Magazine – Learning the Future já está disponível nas bancas, integrando a revista Líder Outono/ Inverno.

 

 

Transforming knowledge, skills and leadership é o mote desta edição. Num tempo em que a Inteligência Artificial acelera o conhecimento e redefine o trabalho, aprender, e reaprender, tornou-se o novo poder estratégico. A aprendizagem é um processo contínuo, híbrido e emocional que acompanha a vida profissional de cada indivíduo e a evolução das organizações. Pode ainda lê-la online na plataforma Wisloc.

A Aprender apresenta três pilares que assentam sobre um mesmo desafio: como continuar a evoluir num mundo em permanente transformação? Do Learning, onde presencial, remoto, tecnologia e personalização redesenham a experiência de aprendizagem, às Universidades e Escolas de Negócios, chamadas a aproximar conhecimento, empresas e realidade, até ao Coaching Executivo, que coloca a consciência e o autoconhecimento no centro da liderança.

A revista reúne textos de Sara Sousa Brito, Partner People Value; Rita Teixeira d’Azevedo, Diretora-geral da RTA Consultoria, coordenadora pedagógica e científica da RTA Academy; Ana Pina, CEO, Seven Seeds; Luís Marinho e Maurício Silva, Partners, ExcelFormação; Carla Oliveira, Partner e Responsável da Área deFormação e Desenvolvimento da Fórmula do Talento; Isabel Monteiro, Ibéria SGS Academy Coordinator; José Crespo de Carvalho, Presidente da Comissão Executiva e CEO, Iscte Executive Education; Milton de Sousa, Professor Associado, Nova SBE Executive Education; Teresa Limpo, Psicóloga doutorada e Diretora Clínica, Teresa Limpo Psykhé; Aida Chamiça, Coach Executiva de Gestão de Topo, MCC (ICF); Madalena Carvalho, Presidente, Portugal Chapter da ICF; Nuno Vieira da Silva, Founder and Managing Partner of nvsion.me, Maxwell Leadership Certified Team Member; Paula Resende, Executive & Team Coach Managing Partner, WIF Partners

Contém algumas breves sobre acontecimentos relacionados e recomenda ainda livros que exploram as várias dimensões da Aprendizagem e Liderança entre o ecossistema da Inteligência Artificial. Além disso, aponta no calendário eventos futuros que mergulham nesta nova e inevitável realidade.

Veja aqui o artigo completo em Sapo

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