Iscte Executive Education_

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UMa e Iscte Executive Education querem alargar parceria à gestão da área da saúde

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 24, 2026, 11:24:45 AM

A cerimónia contou também com a presença do presidente da Comissão Executiva do Iscte Executive Education, Crespo Carvalho, e do diretor da pós-graduação, Ricardo Correia.

 

A Universidade da Madeira (UMa) e o Iscte Executive Education, pretendem alargar a parceria entre as duas instituições à área da gestão da saúde, revelou esta tarde o reitor da UMa, Sílvio Fernandes.

O anúncio foi feito à margem da cerimónia de entrega de 15 diplomas aos alunos que concluíram a pós-graduação em Gestão Empresarial para licenciados em outras áreas, realizada na Sala do Pátio I, no edifício da Reitoria da Universidade da Madeira.

“Vamos tentar continuar e vamos expandir. Temos a intenção de expandir a outras áreas”, afirmou Sílvio Fernandes, apontando a gestão da saúde como uma das áreas em análise. "Uma delas é, por exemplo, a área da gestão da saúde. Estamos em conversações ainda hoje, falei com o presidente do Iscte Executive Education,. Logo que seja possível, vamos pôr a funcionar", referiu.

O reitor destacou ainda a relação entre as duas instituições, que se prolonga há mais de uma década. “Esta parceria, que já dura há mais de 10 anos, é uma parceria muito, muito eficiente entre duas instituições de ensino superior”, sublinhou.

A cerimónia contou também com a presença do presidente da Comissão Executiva do Iscte Executive Education, José Crespo Carvalho, e do diretor da pós-graduação, Ricardo Correia.

A conclusão da formação permite aos diplomados prosseguir os estudos no segundo ano do Mestrado em Gestão do ISCTE Business School, com o aproveitamento dos 60 ECTS obtidos na pós-graduação.

Veja aqui o artigo completo em JM-Madeira

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PEQUENO-ALMOÇO DEBATE - BUSINESS SCHOOLS: ENTRE A INOVAÇÃO E A REINVENÇÃO

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 23, 2026, 11:25:37 AM

As business schools atravessam um período de mudança, marcado por desafios e evolução tecnológica, que exige ir além da transmissão de conhecimento técnico e reforçar a proximidade às empresas. 

 

As escolas de gestão enfrentam um desafio sem precedentes: a transição de um modelo de «transmissão de saber» para um ecossistema de «experiência e aplicabilidade». Num encontro promovido pela Executive Digest, alguns dos principais nomes do sector analisaram as oportunidades e as ameaças que pairam sobre a formação executiva em 2026. Participaram neste encontro Carmen Silva e João Campos (Técnico +), José Veríssimo (ISEG), Luís Schwab (IPAM), Mafalda Pescaria (The Lisbon MBA), Marta Pimentel (Nova SBE), Paulo Martins (ISCTE Executive Education), Sara Pacheco (Católica Porto School of Business and Economics) e Tânia Sousa (Católica Lisbon School of Business & Economics).  

Embora as organizações continuem a investir na valorização dos seus colaboradores, existe hoje uma maior cautela quando o investimento é feito pelo próprio profissional. Nesse caso, a decisão é mais ponderada, sobretudo devido à preocupação com os custos e com o retorno imediato que a formação pode trazer.

Este cuidado acrescido faz ainda mais sentido à luz de um número que surgiu na discussão: a taxa de desemprego entre os jovens com menos de 25 anos ronda os 23%, claramente acima da taxa de desemprego global, que se situa Onos 5,5%. Um desequilíbrio que, mais do que reflectir falta de oportunidades, se traduz sobretudo numa forte compressão salarial nos escalões de entrada «os salários mínimo e mediano estão muito comprimidos», referiu um dos presentes.

A academia enfrenta o desafio de se manter relevante num mundo que muda cada vez mais rápido, tornando difícil acompanhar estas mudanças através de estruturas tradicionais. Existe a percepção de que «a academia está claramente atrasada». O modelo «hiper-estruturado» que marcou o ensino durante décadas parece já não se adaptar a um contexto global mais volátil e imprevisível.
Por isso, um dos principais desafios das escolas é «desformatar a academia», o que implica não só actualizar os currículos, mas também mudar a mentalidade dos docentes.
 

Veja aqui o artigo completo em Executive

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O tempo caótico que vivemos hoje já aconteceu no passado?

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 23, 2026, 11:19:02 AM

Carlos Guimarães Pinto e José Maria Pimentel procuram, em Caos e Progresso, demonstrar como e porque é que as grandes revoluções nas tecnologias de informação começam por desorganizar as sociedades antes de as melhorarem  

 

 Vivemos rodeados de mais informação do que alguma vez tivemos ao nosso alcance e, ainda assim, cada vez é mais difícil saber em que acreditar. Caos e Progresso, de Carlos Guimarães Pintoe José Maria Pimentel,parte deste paradoxo para olhar para o passado e encontrar nele um padrão que ajuda a compreender o presente.

Quando Gutenberg inventou a imprensa, tornou possível uma circulação de conhecimento sem precedentes, mas abriu também caminho à difusão de falsidades e à radicalização religiosa. Séculos mais tarde, a rádio aproximou milhões de pessoas dos acontecimentos, mas acabou apropriada pelos regimes totalitários como instrumento de propaganda. Nas últimas décadas, a Internet e as redes sociais prometiam unir mais pessoas e sociedades, apenas para gerarem mais confusão social e mais divisões insanáveis entre ideias. A distância entre cada um destes eventos históricos é enorme, mas todos revelam o mesmo problema: as grandes revoluções da informação provocam períodos de desordem… enquanto a sociedade aprende a lidar com aquilo que mudou.  

Veja aqui o artigo completo em e-cultura

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IA responde, mas não decide

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 23, 2026, 11:08:37 AM

Para os executivos usar tecnologia será cada vez mais básico, mas saber questionar, decidir e assumir responsabilidades pode ser uma verdadeira vantagem.

 

Durante décadas, a formação executiva preparou gestores para responderem as mudanças. Hoje, a mudança acontece tão depressa que pode ultrapassar a própria formação que pretende acompanhá-la. Para José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, a resposta passa por aceitar que um programa executivo não pode ser tratado como um produto acabado. “Um programa executivo não pode ficar imutável durante três ou quatro anos. Tem de ser revisto em permanência", diz. Conteúdos, casos e ferramentas têm de acompanhar uma realidade empresarial que também não para.

Significa que a aprendizagem deixa de ser um momento isolado na carreira e passa a exigir atualização contínua. Programas modulares, conteúdos vivos e uma relação mais próxima com as empresas tornam-se, por isSo, importantes para que a formação acompanhe problemas que estão constantemente a mudar. E é precisamente aqui que surge uma questão que a inteligência artificial veio tornar ainda mais evidente: se a informação está hoje disponível de forma quase imediata, o que deve procurar um executivo numa formação executiva?

Um gestor pode recorrer a ferramentas de IA para pesquisar, comparar informação, analisar dados ou obter respostas em se-gundos. A tecnologia reduziu a distância entre uma pergunta e uma resposta. Mas não eliminou a necessidade de perceber se a resposta faz sentido. é neste espaço que José Crespo de Carvalho situa o valor de uma business school. "o valor está na seleção, no contexto, no confronto de ideias, na exigência, na tomada de decisão em caminhos que até podem ser contrários, no pensamento crítico e numa profunda aplicação”, refere o responsável.

 

Veja aqui o artigo completo em Sábado

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