Iscte Executive Education_

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Filipa Roseta no livro “108 Vozes pela Habitação” defende cooperação entre público e privado para responder à crise da habitação.

Posted by Iscte Executive Education_ on May 27, 2026 11:50:44 AM

 Filipa Roseta defende habitação universal em novo livro sobre a crise do setor. “Erradicar a pobreza na era da abundância” integra “108 Vozes pela Habitação”.

No seu artigo a ex-Vereadora da Habitação, defende a habitação como direito universal e alerta para nova pobreza causada pela crise da habitação. “Sem habitação acessível não há igualdade de oportunidades”, diz. 

No próximo dia 8 de junho, será apresentado na Feira do Livro de Lisboa o livro “108 Vozes pela Habitação”, integrado na coleção Vozes e coordenado pelo ISCTE Executive Education.

A obra reúne reflexões de especialistas, académicos, decisores políticos e profissionais ligados ao setor da habitação, num momento em que o acesso à casa se tornou um dos maiores desafios sociais e económicos em Portugal e na Europa.


Consulte o artigo completo do Jornal Económico

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O Iscte Executive Education sobe em ranking internacional

Posted by Iscte Executive Education_ on May 27, 2026 11:46:45 AM

 O Iscte Executive Education alcança o 41.º lugar no Financial Times Executive Education Ranking de 2026, o melhor resultado de todas as edições. 

 

Em entrevista, o presidente, José Crespo de Carvalho, acredita que este é o resultado de uma estratégia seguida com “persistência, foco e capacidade de execução”.

O Iscte Executive Education sobe em ranking internacional
O que representa este marco para a escola?

Representa reconhecimento. E reconhecimento num ranking do Financial Times não cai aos trambolhões. É o melhor resultado de sempre do Iscte Executive Education neste ranking e confirma uma trajetória de trabalho, consistência e crescimento. Sublinho aqui consistência. Mais do que uma posição numa tabela, este resultado mostra a confiança das empresas, dos participantes e dos parceiros naquilo que fazemos. Mostra também que a nossa oferta tem qualidade, mercado e reconhecimento internacional.

O que explica esta evolução?

Explica-se por consistência. Muita consistência. Proximidade às empresas, desenho de soluções ajustadas às necessidades reais, reforço dos programas abertos, crescimento dos programas customizados e maior dimensão internacional. Subir 13 lugares em Custom e 16 lugares em Open mostra que não estamos perante um resultado isolado. A evolução é transversal. É consequência de uma estratégia seguida com persistência, foco e capacidade de execução e assente em três pilares: internacionalização, onde claramente ficamos em primeiro em Portugal; aumentar catálogo em Open Programs; trabalhar mais e mais próximo com as empresas.


Consulte o artigo completo do Briefing Marketing

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Portugal especializa-se no "tailor made" para empresas

Posted by Iscte Executive Education_ on May 22, 2026 11:25:22 AM

A formação à medida cresce no país e em reconhecimento internacional. O top 100 mundial do Financial Times, referência do setor, inclui,
pela primeira vez, programas Customizados de seis escolas portuguesas.

 

O País brilha no top 100 mundial nas duas vertentes da formação o nome de Portugal escreve-se 12 vezes no Financial Times Executive Education Ranking 2026, o que nunca antes aconteceu. No ranking figuram seis escolas e, facto também inédito, todas elas pontificam no top 100 mundial das duas vertentes da formação: Programas Abertos e Programas Customizados. A saber: Nova SBE, Católica-Lisbon, Iscte Executive Education, Iseg Executive Education, Porto Business School e Católica Porto Business School.  

Consulte o artigo completo do Jornal Económico - Aqui

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Uma geração sem referências: na universidade e no trabalho!

Posted by Iscte Executive Education_ on May 21, 2026 11:22:36 AM

 Há uma fragilidade nova a instalar-se. Não é psicológica (no sentido literal, mas também é), geracional ou laboral. 

 

 Há uma fragilidade nova a instalar-se. Não é psicológica (no sentido literal, mas também é), geracional ou laboral. É fragilidade de construção. Uma geração que chega à universidade e ao trabalho com pais a submeter candidaturas, a acompanhar entrevistas, a ajudar em tarefas profissionais ou até a falar com chefias sobre promoções não revela apenas excesso de proteção. Revela uma falta gritante de autonomia. Falta-lhe qualquer muita coisa antes da empresa. Falta-lhe fundações. E parte dessas fundações perdeu-se quando deixámos de ter heróis. Ou quando deixámos de os levar a sério. O herói nunca foi apenas personagem de banda desenhada, cinema ou infância. Era um modelo narrativo. Uma forma simples de dizer a uma criança: podes ser mais forte do que o medo, mais leal do que o interesse, mais justo do que a conveniência. Tintin procurava a verdade. Astérix defendia a aldeia. Super-Homem ensinava força com contenção. Pippi das Meias Altas mostrava liberdade interior. Shrek lembrava que a rudeza pode esconder coração. Capitão América era dever moral. Lucky Luke fazia justiça sem teatro. Woody liderava cuidando. Não eram bonecos. Eram engenharia moral. Eram fundação. 
Consulte o artigo completo em Diário de Notícias

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