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IA transforma contabilistas em parceiros de negócio

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 17, 2026 10:57:27 AM

A digitalização e a inteligência artificial estão a mudar profundamente o papel dos contabilistas certificados, defende Márcia Santos, coordenadora da pós-graduação de tecnologias e inteligência artificial aplicadas aos negócios no Iscte Executive Education.  

 

A digitalização e a inteligência artificial estão a mudar profundamente o papel dos contabilistas certificados, defende Márcia Santos, professora doutorada na Universidade Lusófona e coordenadora da pós-graduação de tecnologias e inteligência artificial aplicadas aos negócios no Iscte Executive Education.  Para a especialista, “o contabilista deixou de gastar o tempo a produzir a informação e passou a poder gastá-lo a interpretá-la”, assumindo cada vez mais uma função estratégica junto da gestão. A entrevistada alerta, contudo, que a transformação digital “não é um projeto de software, é um projeto de mudança de comportamento”, exigindo capacitação, regras claras e uma utilização responsável das ferramentas de IA.

Contabilidade & Empresas - De que forma as TIC estão a transformar o trabalho diário dos contabilistas certificados?
Márcia Santos - As TIC mudaram a pergunta central da profissão. Durante décadas, a pergunta a que o contabilista respondia todos os dias era “como é que registo, organizo e produzo esta informação a tempo e sem erros?”. O valor estava em produzir os dados. Hoje, com grande parte dessas tarefas, lançamentos, reconciliações, preparação de mapas, já executada automaticamente pelos sistemas, essa pergunta deixou de ser o centro do trabalho. A pergunta passou a ser outra: “o que é que estes números dizem e de que forma posso apoiar a decisão da gestão para que essa seja tomada com base neles?”. Isto implica focar o Excel em dashboards dinâmicos ou criar relatórios PowerBI para múltiplos interlocutores, ou mesmo dashboards em htlm, criados claro com o apoio da inteligência artificial.
É uma mudança de fundo.

Veja aqui a notícia completa em Vida Económica

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A influência do People Engagement Survey na gestão de talento

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 17, 2026 10:52:12 AM

O mundo empresarial de hoje é marcado pela escassez de talento e por uma forte concorrência pelo mesmo. 

 

Nesta entrevista, Gonçalo de Salis Amaral, Head of People & Culture Consulting na Cegoc, e Henrique Duarte, professor no ISCTE Executive Education, revelam porque é o People Engagement Survey um instrumento decisivo para as organizações atraírem e reterem os colaboradores certos. 

Começando pela história do People Engagement Survey, que sinais fizeram surgir este Estudo?

GONÇALO DE SALIS AMARAL (GSA) – Já com muitos anos de experiência em consultoria de RH, ainda sentíamos dificuldade em aferir as variáveis que impactassem o nível de envolvimento dos colaboradores com as organizações, assim como a capacidade destas de atraírem e reterem talento. Muitas metodologias eram e ainda são utilizadas, das quais muitos fatores ou variáveis não são considerados ou cujas abordagens não eram atualizadas face às práticas de mercado. Como cada vez mais lidamos com novas variáveis que impactam tais indicadores, mostrou-se necessário criar uma ferramenta permanentemente atualizada, que permitisse uma aferição das variáveis mais relevantes, bem como a medição de indicadores correlacionados. Por outro lado, era nosso objetivo ter uma ferramenta acessível às várias tipologias de organização, que não apenas medisse tais indicadores, mas também os comparasse com o mercado, suportando na interpretação dos resultados o desenvolvimento de planos de ação. Surgiu assim o People Engagement Survey, que, em suma, em suma, é uma verdadeira ferramenta de gestão.

Porquê a parceira com o ISCTE Executive Education?

GSA – O ISCTE Executive Education, além de ser uma das mais conceituadas Business Schools da Europa, já nos era próxima por anteriores colaborações. Além disso, havia que trabalhar estes temas de forma académica e com impacto no tecido empresarial português. Foi, de facto, a união perfeita para a criação desta ferramenta de gestão: a parceria alavanca o know how, a experiência e uma presença no mercado com capacidade de disponibilizá-la às organizações e suportar a implementação de ações concretas sustentadas em dados.

 

Veja aqui a notícia completa em Jornal Económico

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STEF Portugal nomeia novo director de Logística Norte

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 16, 2026 12:04:55 PM

A STEF Portugal, empresa de transporte e logística de produtos alimentares sob temperatura controlada, nomeou Luís Maia como director Logística Norte.

 

No âmbito das suas novas funções, o novo director será responsável por garantir a organização, segurança e eficiência dos armazéns da região Norte, implementar sistemas de controlo de inventário e promover a melhoria contínua das operações. Entre as suas prioridades estão ainda a análise de custos logísticos, a definição de indicadores de desempenho, a gestão e capacitação de equipas e a utilização de dados para a otimização da operação.

Luís Maia construiu o seu percurso profissional em várias empresas do sector, contando com 30 anos de experiência na área da logística. Com 50 anos, é fluente em português e inglês e possui uma pós-graduação em Logística e Cadeia de Abastecimento pelo Iscte Executive Education. A STEF conta actualmente com 14 plataformas logísticas em Portugal, distribuídas de Norte a Sul. Na Europa, o Grupo STEF emprega 26 mil colaboradores, dos quais 600 estão em Portugal.

 

Veja aqui o artigo completo em human resources

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A produtividade e o trabalho híbrido/remoto

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 15, 2026 10:50:23 AM

A produtividade é, há décadas, o calcanhar de Aquiles da economia portuguesa, e este barómetro confirma-o: a baixa produtividade surge como principal desafio do mercado de trabalho (19%), a par da concorrência pela atracção de talento.  

 

Mas os resultados oferecem uma pista que contraria o discurso dominante. Num momento em que se multiplicam os apelos ao regresso ao escritório em nome do desempenho, 67% dos gestores de pessoas avaliam como positivo ou muito positivo o impacto do trabalho híbrido e remoto na produtividade; apenas 13% lhe atribuem efeito negativo. Se quem mede e gere o desempenho das organizações não vê no modelo híbrido um problema, talvez a causa da produtividade anémica esteja noutro lado , na qualificação, na gestão, no investimento ou na dimensão das empresas , e não no local onde se trabalha. 

 

Veja aqui o artigo completo em human resources

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