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Retalho reforça exigência na supply chain

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 22, 2026, 12:02:50 PM

Estudo da GS1 Portugal avalia 30 fornecedores e 8 retalhistas e revela que os erros nas encomendas se tornaram a principal preocupação do retalho

 

Os erros entre encomendas pedidas e recebidas tornaram-se a principal preocupação do retalho em Portugal, ultrapassando o cumprimento dos prazos de entrega e sinalizando uma nova fase de exigência na gestão das cadeias de valor.

Esta é uma das principais conclusões da 14.ª edição do Benchmarking Supply Chain, da GS1 Portugal, que avaliou a eficiência, com base no desempenho de 2025, de oito grandes insígnias do retalho e trinta dos principais fornecedores a atuar em Portugal.

Desenvolvido pela primeira vez com uma componente prospectiva em parceria com o ISCTE Executive Education, o estudo mostra que as empresas estão a deslocar o foco da velocidade para a precisão, previsibilidade e colaboração, num contexto marcado por cadeias de abastecimento cada vez mais complexas e dependentes da partilha de informação.

“Os resultados mostram que a competitividade da supply chain já não depende apenas da entrega. Hoje, a capacidade de reduzir erros, partilhar informação e colaborar eficazmente entre parceiros tornou-se um fator crítico de desempenho para toda a cadeia de valor”, refere Paulo Gomes, diretor-geral da GS1 Portugal.

SIA e Pingo Doce lideram rankings


No ranking global de fornecedores, a Sociedade Industrial de Aperitivos (SIA) alcançou a primeira posição, seguida pela Gallo, Pescanova, SumolCompal e Matudis.

Do lado do retalho, o Pingo Doce liderou a classificação global atribuída pelos fornecedores, seguido da MC Sonae. O desempenho global dos retalhistas registou uma evolução positiva, com a nota máxima a subir de 6,89 para 7,29 valores e a média geral a aumentar de 5,71 para 5,99 valores.

 

Veja aqui o artigo completo em Grande Consumo

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Diplomas da Pós-Graduação em Gestão Empresarial entregues no dia 23

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 22, 2026, 11:29:20 AM

A Cerimónia de entrega de Diplomas aos estudantes da oitava edição Madeira da Pós-Graduação em Gestão Empresarial para Licenciados noutras Áreas realiza-se no próximo dia 23 de Setembro, a partir das 18h30, na Sala do Pátio I, no Edifício da Reitoria da Universidade da Madeira. 

 

A cerimónia contará com a presença do Reitor da Universidade da Madeira, Sílvio Moreira Fernandes; do presidente da Comissão Executiva do Iscte Executive Education, José Crespo de Carvalho; e do director de Curso da Pós-Graduação, Ricardo Correia.

Estarão igualmente presentes o coordenador do Departamento de Gestão e Economia, Luiz Pinto Machado; bem como os docentes da Universidade da Madeira que participaram na lecionação desta edição.

Ministrada pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade da Madeira, através do Departamento de Gestão e Economia, em parceria com o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa a Pós-Graduação em Gestão Empresarial para Licenciados noutras Áreas destina-se a profissionais que pretendem impulsionar as suas carreiras, aprofundar conhecimentos e reforçar competências na gestão de organizações.

 

Veja aqui o artigo completo em Funchal Notícias

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Investir em formação é ganhar capacidade de decisão

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 21, 2026, 11:23:29 AM

Para os especialistas, a melhor formação não é necessariamente a que acrescenta uma linha ao currículo, mas a que melhora a capacidade de aprender, decidir e liderar perante uma realidade que está sempre a mudar.

 

Antes de escolher um curso, há perguntas que podem ser mais importantes do que o nome da formação ou a sua duração. Maria José Amich, diretora-executiva do The Lisbon MBA Católica/Nova, recomenda que o profissional não pergunte apenas "quanto vou ganhar depois?”, mas antes "que transformação preciso de fazer para chegar à próxima etapa da minha carreira?".

A resposta condicionará o investimento. Uma necessidade técnica específica pode justificar uma formação curta, enquanto uma mudança mais profunda pode exigir outro tipo de percurso. Para a responsável, é importante considerar também a possibilidade de ampliar a visão sobre o negócio, desenvolver liderança, confrontar perspetivas diferentes ou preparar uma mudança de carreira. Para Pedro Nuno Ferreira, professor e chief marketing & sales officer da AESE Business School, "nunca foi tão importante investir na capacidade de aprender e de liderar”. O responsável considera que, perante a transformação da tecnologia, dos mercados e das expectativas sociais, "o maior risco não é mudar, e permanecer igual".

Aprender é um exercício de gestão, José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, recomenda que “não escolha formação para acrescentar uma linha ao curriculo. Escolha formação para mudar a forma como decide." Na sua perspetiva, o programa deve confrontar o participante, obriga-lo a sair do automatismo e permitir uma aplicação imediata. 

Veja aqui o artigo completo em Negócios - C Studio

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O conhecimento já não chega. É preciso saber decidir

Posted by Iscte Executive Education_ on Sep 21, 2026, 11:18:52 AM

O verdadeiro valor da formação executiva está agora no contexto, no confronto de ideias e na capacidade de transformar informação em ação. 

 

O acesso ao conhecimento deixou de ser uma vantagem exclusiva das business schools. Ferramentas de inteligência artificial permitem hoje a qualquer gestor pesquisar, aprender e obter respostas em poucos segundos.

A diferença está no que acontece depois. "o valor não está apenas no acesso ao conhecimento. Esse acesso tornou-se quase ilimitado. O valor está na seleção, no contexto, no confronto de ideias, na exigência, na tomada de decisão em caminhos que até podem ser contrários, no pensamento crítico e numa profunda aplicação", alerta José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education. De acordo com o responsável, mais do que transmitir conhecimento, é necessário criar condições para aplicá-lo, questioná-lo e transformá-lo em decisões concretas. “Uma business school deve ajudar a distinguir o essencial do acessório. Deve criar espaço para discutir decisões difíceis. Deve juntar pessoas com experiências diferentes. E deve obrigar cada participante a transformar informação em ação", afirma o responsável. José Crespo de Carvalho explica que “a IA responde. A escola desafia a pergunta, testa a resposta e confronta o participante com outras perspetivas.” Segundo o responsável, conhecimento sem contexto e cada vez mais abundante, mas “julgamento, confronto e transformação continuam a ser muito escassos". 

É a que produz mudança concreta na vida profissional", acrescenta José Crespo de Carvalho. Essa mudança também se reflete no perfil de quem procura estes programas. Oscar Afonso, diretor da FEP Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto, identifica participantes mais diversos em idade, setor de atividade e experiência profissional. Há uma procura crescente por respostas imediatas a desafios concretos, por profissionais em transição de carreira, especialistas que assumem funções de liderança e gestores que precisam de atualizar competências perante a transformação digital. 

Veja aqui o artigo completo em Negócios - C Studio

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