A questão não é tecnológica – as ferramentas existem e devem ser usadas, pois estão a aumentar a nossa capacidade de fazer mais e melhor –, mas pedagógica. Afinal, o que é preciso – e o que significa – aprender?
Pedro Fontes Falcão docente do Iscte Executive Education (IEE), esteve em representação do IEE num evento executivo onde debateram este tema da IA e a Universidade.
"O acesso cada vez mais fácil ao conhecimento levanta questões sobre a utilidade do modelo tradicional de ensino. Num contexto em que alunos recorrem à IA para produzir trabalhos e professores utilizam as mesmas ferramentas para os avaliar, instala-se a dúvida sobre o que verdadeira mente diferencia o processo educativo. Muitos consideram que as universidades vivem um momento de anacronismo e que precisam de reformular métodos e conteúdos para se manterem relevantes. Mais do que transmitir conteúdos, o desafio estará em ensinar a desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de adaptação. A metáfora é sugestiva: se a universidade é o ginásio, a IA assume o papel de personal trainer. "
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