Iscte Executive Education_

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«As organizações que falham, não falham pela falta de esforço, mas sim pela falta de direcção.»

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 19, 2026 12:24:57 PM

 Com os desafios da digitalização, IA e sustentabilidade a pressionar as PME, programas como o Curso de Gestão da GS1 Portugal posicionam-se como aceleradores de decisão. 

 

Paulo Gomes, GS1 Portugal: «As organizações que falham, não falham pela falta de esforço, mas sim pela falta de direcção.»
Com os desafios da digitalização, IA e sustentabilidade a pressionar as PME, programas como o Curso de Gestão da GS1 Portugal posicionam-se como aceleradores de decisão. Parafraseando José Crespo Carvalho, presidente do ISCTE-Executive Education, o director-geral Paulo Gomes considera fundamental uma estratégia bem definida, que permita alinhar prioridades, recursos, pessoas e decisões, tornando claro o que deve ser feito, e sobretudo, o que não deve ser feito.

Com uma abordagem pragmática e orientada para problemas reais, o Curso de Gestão da GS1 Portugal propõe-se em transformar conhecimento em resultados, capacitando gestores e empresários com ferramentas que podem aplicar desde o primeiro momento nas suas organizações.

Quais são, na sua perspectiva, os principais desafios de gestão que as PME portuguesas enfrentam actualmente?

Os desafios que as PME enfrentam hoje decorrem de uma equação em que as variáveis constantes são a volatilidade dos mercados, a pressão crescente no sentido da eficiência e competitividade, as exigências inerentes à transição digital e à adopção de inteligência artificial, assim como os imperativos de sustentabilidade. São, por isso, desafios que exigem uma nova abordagem à gestão. Se, para as empresas de maior dimensão, todos estes desafios obrigam a uma capacitação específica e a um foco dedicado, para PME esse esforço de capacitação e foco, de priorização, são ainda mais relevantes.

E é aqui que iniciativas como a 3.ª edição do Curso de Gestão da GS1 Portugal ganham particular relevância.

Consulte o artigo completo aqui - HRPORTUGAL.Sapo.Pt

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A ideia de que o crescimento está condenado é uma falácia

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 16, 2026 11:15:08 AM

Universidades: quando crescer (a sério) passou a ser suspeito  

 

Há uma tentação perigosa a instalar-se nas universidades: a de achar que a sua missãojá não é crescer por via do seu modelo de negócio (e, sim, é preciso tê-lo), internacionalizar, incorporar conhecimento, exigência, investigação, ensino, impacto e formação executiva, mas redistribuir intenções, proclamar virtudes e organizar consensos morais. é a mesmíssima tentação que Pedro Santa Clara criticou a propósito do manifesto publicado no The Guardian por Stiglitz, Piketty, Ghosh, Raworth, Hickel e De Schutter: “Nós, economistas, fizemos as contas: o crescimento é uma estratégia condenada.” Bullshit.

O manifesto assenta na crença de que um grupo esclarecido pode substituir a realidade por um guião, os incentivos por direitos adquiridos, a evidência por adesão coletiva e o mérito por construção administrativa.

Ora, a universidade sempre viveu de crescimento: conhecimento, ambição, investigação, empregabilidade, modelo de negócio (para que não se confundam, sim, as universidades precisam de um modelo de negócio; antes de dizerem que a universidade não é um negócio procurem saber o que é um modelo de negócio!) e ligação às empresas, ao Estado e à sociedade. Uma universidade que não cresce empobrece. E empobrece primeiro os estudantes e participantes. A ideia de que o crescimento é suspeito começa por desconfiar da competição. Depois da avaliação. Da hierarquia académica. 

Do mérito. No fim, transforma a universidade num espaço onde todos devem ser validados, mesmo quando nem todos estudaram, trabalharam ou produziram o mesmo.

Parece de uma bondade extrema. Não é. é profundamente injusto. 

Consulte o artigo completo aqui

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“Pensar a habitação de forma séria”

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 15, 2026 6:18:19 PM

 

A obra "108 Vozes pela Habitação" - editada pela Oficina do Livro/Leya e coordenada pelo Iscte Executive Education -, foi lançada na Feira do Livro de Lisboa. 

Em entrevista, o professor Crespo de Carvalho e coordenador do livro, esclarece-nos que, nesta colectânea, a habitação é considerada “sine qua non” para a qualidade, mobilidade, eficiência energética, segurança, proximidade ao trabalho, educação e serviços de saúde.

Entrevista de Carla Celestino, directora da Magazine Imobiliário

Imagino que aceitar o repto de coordenar o projeto “108 Vozes pela Habitação” não deve ter sido nada fácil… Que desafios enfrentou?

Bom eu não aceitei. Nós, Iscte Executive Education, debatemos o tema e achámos que a habitação seria o ideal nesta altura. Até para podermos debater em escrito, serenamente, sem a estridência do debate vocal. São vozes escritas. E, claro está, estive sempre acompanhado pelos meus colegas de Comissão Executiva, pela Mónica Bello e pelo João Pombeiro, apoios críticos para este caminho.

Portanto, diria que o maior desafio foi precisamente evitar aquilo que normalmente acontece quando se fala de habitação: transformar um problema complexo numa batalha de trincheiras ideológicas. A habitação não é um tema de esquerda ou de direita, é um tema de cidadania, competitividade económica, coesão social e sustentabilidade territorial. Para além de um direito consagrado.

108 especialistas com visões, experiências e sensibilidades distintas precisavam de um espaço “silencioso”, como é o espaço de um livro. Criou-se, assim, um espaço de diálogo onde o contraditório é valorizado e não eliminado. O objectivo nunca foi produzir um pensamento único. Foi, pelo contrário, demonstrar que existe inteligência colectiva suficiente em Portugal para pensar a habitação de forma séria, multidisciplinar e consequente.

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MBA portugueses também estão mais internacionais

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 15, 2026 11:45:27 AM

 O MBA é um programa de formação avançada em gestão. No conjunto das vertentes ‘full time’ executivo e online há seis programas lecionados por três instituições portuguesas que se distinguem nos rankings. 

 Cereja no topo do bolo da formação para executivos de topo, o MBA (Master in Business Administration) é um nicho de mercado, onde Portugal tem tradicionalmente uma presença modesta. Mas algo parece estar a mudar. 

O Executive MBA do Iscte Executive Education, também habitué do QS World University Rankings como um dos melhores Executive MBA europeus, conta com quase duas décadas e capacita os participantes para lugares de topo e cargos de administração. Coordenado por Dulce Mota e Pedro Fontes Falcão, o programa combina “rigor académico, visão internacional e um enfoque consistente em liderança, inovação e sustentabilidade”. 

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