Cortar na formação para poupar no curto prazo é uma forma muitíssimo eficaz de empobrecer no médio-longo prazo.
"Sempre que o mundo entra em sobressalto, repete-se a mesmo imagem: sobem os combustíveis, sobe a energia, sobem os custos logísticos, sobe o preço de todos os bens, e, muitas empresas começam a procurar onde cortar. O problema é que, demasiadas vezes, cortam precisamente onde não devem: na formação."
"Cortar na formação é um erro já comprovado. Mas é um erro de gestão que tem sido persistente ao longo do tempo."
"A equação é conhecida. A formação de executivos é demasiadas vezes chamada à zona de custo excedentário. E é em circunstâncias similares que é demasiadas vezes considerada apenas como adorno. Não como benefício ou ativo crítico. E é aqui também, nestes contextos onde se verifica pressão inflacionista, que entra a necessidade de melhores gestores, de grandes líderes e melhores decisores. Porque a necessidade de formação não diminui. Antes pelo contrário, aumenta." reforça José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education.
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