Iscte Executive Education_

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Habitação: o nosso maior desafio

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 5, 2026 11:47:57 AM

 “A complexidade do problema da habitação não pode ficar reduzida à parcialidade ideológica; o problema deve, isso sim, ser abordado a partir de uma visão inclusiva, em que se misturam e multiplicam diferentes soluções” 

 

 “A complexidade do problema da habitação não pode ficar reduzida à parcialidade ideológica; o problema deve, isso sim, ser abordado a partir de uma visão inclusiva, em que se misturam e multiplicam diferentes soluções” - Trecho do artigo do autarca de Lisboa, Carlos Moeda, que vai ser publicado no livro "108 Vozes pela Habitação", coordenado pelo ISCTE Executive Education, e que o Expresso antecipa.

Quando me desafiam para falar sobre o tema da habitação, começo invariavelmente por dizer que este é o maior desafio que enfrentamos hoje. Não só em Lisboa, mas em qualquer grande cidade. Não o digo como um exagero retórico, um velho truque com especial frequência na política, nem o afirmo num tom deliberadamente dramático. Digo-o tal qual aquele se nos apresenta, perante toda a sua gravidade.

O acesso à habitação é hoje um problema para cada vez mais famílias, um desafio que afeta principalmente a classe média e os mais jovens – estes que, procurando a primeira casa ou um apartamento para arrendar, se deparam com valores quase proibitivos, muitas vezes incompatíveis com o salário médio português. Se existe esta dificuldade no acesso à habitação, é natural que as suas consequências se façam notar: menos são evidentemente os jovens que constroem família, e mais são aqueles que se veem obrigados a permanecer em casa dos seus pais. Em Portugal, a idade média de um jovem deixar a casa dos pais está nos 28,9 anos, bem acima dos 21,7 da Dinamarca. Este dado não pode ser dissociado do problema da habitação. 

O Iscte Executive Education lança no próximo dia 8 de junho, às 18H30, no Palco Leya da Feira do Livro de Lisboa, o livro «108 Vozes pela Habitação».


Consulte o artigo completo em Expresso.pt

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Iscte Executive Education apresenta «108 Vozes pela Habitação»

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 5, 2026 10:44:50 AM

O Iscte Executive Education lança no próximo dia 8 de junho, às 18H30, no Palco Leya da Feira do Livro de Lisboa, o livro «108 Vozes pela Habitação».

 

O Iscte Executive Education lança no próximo dia 8 de junho, às 18H30, no Palco Leya da Feira do Livro de Lisboa, o livro «108 Vozes pela Habitação», uma obra coletiva que conta, entre outros, com os contributos de Patrícia Gonçalves Costa, secretária de Estado da Habitação – que abrirá o painel de oradores convidados –, e Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sobre um dos temas mais urgentes da sociedade portuguesa: o acesso a habitação digna, estável e acessível.

Editado pela Oficina do Livro, o livro reúne 108 contributos de diferentes áreas e sensibilidades, propondo uma leitura plural sobre a crise da habitação em Portugal. Ao longo de 720 páginas, a obra cruza perspetivas políticas, económicas, urbanísticas, sociais, jurídicas, financeiras e territoriais, procurando elevar o debate público para além das respostas imediatas e fragmentadas.

Depois de projetos como «67 Vozes por Portugal» e «101 Vozes pela Sustentabilidade», o Iscte Executive Education volta a reunir um conjunto alargado de protagonistas para pensar um tema estrutural para o futuro do país. Em «108 Vozes pela Habitação», a habitação é abordada não apenas como um sector, mas como uma condição essencial para a coesão social, a mobilidade, a saúde, a natalidade, a produtividade, o território e a qualidade de vida.


Consulte o artigo completo em Human.pt

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Habitação: o problema que fingimos discutir

Posted by Iscte Executive Education_ on Jun 2, 2026 11:15:56 AM

 Façamos o exercício mais simples possível. O que é preciso para fazer uma casa. 

Artigo de João Figueiredo CEO da Carmo Wood Engineering sobre o tema da Habitação, num excerto retirado do livro “108 Vozes pela Habitação”, da coleção “Vozes”, com coordenação do Iscte Executive Education. Façamos o exercício mais simples possível. O que é preciso para fazer uma casa. À primeira vista, a resposta parece quase infantil de tão óbvia. É preciso um terreno. É preciso acesso. É preciso água, luz e saneamento. É preciso um projeto. É preciso construir. É preciso ligar tudo e habitar. Em teoria, esta sequência deveria ser linear, previsível, quase automática. Em muitos países é. Em Portugal, desfaz-se logo no início, porque o problema nunca foi a casa em si, mas tudo o que a antecede e tudo o que a rodeia.

O terreno raramente é apenas um terreno. É um fragmento, um retalho herdado, dividido e redividido ao longo de gerações, sem escala, sem desenho, sem infraestruturas pensadas para acolher habitação contemporânea. O país cresceu aos bocados, não por planeamento. Criou-se um território onde existe solo disponível, mas raramente existem lotes estruturados, prontos para receber construção de forma eficiente e repetível. Há espaço, mas não há sistema. Há terreno, mas não há cidade no sentido funcional do termo.


Consulte o artigo completo de João Figueiredo - Ceo da Carmo no PME Magazine

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A Escola do Mundo que mais cresceu no Ranking do Financial Times

Posted by Iscte Executive Education_ on May 29, 2026 10:32:42 AM

 O Iscte Executive Education conquistou a 41.ª posição no Financial Times Executive Education Ranking 2026, alcançando o melhor desempenho da sua história nesta avaliação internacional. 

Para José Crespo de Carvalho, presidente da instituição, este reconhecimento reflete uma estratégia sustentada ao longo dos anos, assente em consistência, visão estratégica e forte capacidade de concretização.

1. O Iscte Executive Education subiu muito nos rankings do Financial Times Executive Education.

16 lugares em Open, a maior subida do mundo, e 13 lugares em Custom, a maior subida em Portugal.

Porque acha que isto ocorreu? "Ocorreu por uma razão simples, embora difícil de executar: consistência. Há trabalho, foco, método e uma estratégia seguida durante anos. E isso é consistência. Internacionalizámos mais, abrimos catálogo, trabalhámos melhor com empresas, ouvimos mais o mercado e ajustámos a oferta sem perder identidade. Subir 16 lugares em Open e 13 em Custom (Corporate), num ranking mundial do Financial Times, não acontece porque sim. Acontece porque participantes e organizações reconhecem valor, aplicabilidade, qualidade e impacto. O ranking mede isso. Não mede intenções. Mede impacto e escrutina empresas e participantes."


Consulte o artigo completo no Expresso

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