As escolas chegam à realidade das empresas quando deixam de falar apenas sobre empresas e começam a trabalhar com elas.
No Iscte Executive Education esta é uma aproximação que faz parte do nosso modelo. Não vemos a formação executiva como uma sequência de aulas. Vemo-la como um espaço de decisão, aplicação e transformação. A empresa não é apenas o destino da aprendizagem. É sempre também um ponto de partida.
Começamos, sequencialmente, por ouvir. Perceber o contexto. Identificar os desafios. Conhecer a estratégia, a cultura, os processos e as pessoas.
E a apresentamos e a debatemos com o cliente. É assim nos programas customizados. Trabalhamos sempre com as empresas. E não apenas para as
empresas.
Isso obriga a mudar conteúdos, metodologias e linguagem. Menos conceitos desligados. Mais casos reais, dados da própria organização, problemas concretos, projetos aplicados. Mais discussão entre pares e sempre contacto com quem decide e executa.
Temos programas em que os participantes trabalham sobre desafios reais da empresa. Problemas comerciais. Temas de liderança. Eficiência operacional. Experiência do cliente. Transformação digital. Inteligência artificial. Sustentabilidade. E não produzem relatórios académicos.
Procuram chegar a propostas que possam ser usadas.
Também aproximamos a escola das empresas através dos docentes.
Um bom professor de educação executiva não pode viver fechado na academia. Tem de conhecer o terreno. Saber o que está a mudar. Perceber a pressão sobre os resultados. Dominar a complexidade das decisões. E ser capaz de transformar conhecimento em ação.
A ligação faz-se ainda através das empresas que entram na sala. Executivos, gestores e especialistas partilham experiências, erros, decisões e resultados. Isto dá densidade à aprendizagem.
Traz realidade. E torna a discussão mais exigente.
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