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Liderar sem saber IA é hoje uma forma de incompetência

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 9, 2026, 11:28:53 AM

O 2026 Global Leadership Study, da Harvard Business Impact, tem um mérito: tira a liderança do território confortável das boas intenções e coloca-a no território dos números. Foram ouvidos 1.139 líderes seniores, em mais de 15 países; 49% trabalham em organizações com receitas superiores a 10 mil milhões de dólares e 46% em empresas com mais de 20 mil colaboradores. Não estamos a falar de teoria. Estamos a falar de terreno. 

O primeiro número é avassalador: 80% consideram muito ou extremamente importante saber funcionar em ambientes de mudança permanente, incerteza e stress. Pudera! Basta olhar para o mundo à nossa volta. Em 2024 eram 58%. Em dois anos, de metade passou-se à regra. tornou-se regra.

Depois vem a IA. 51% das organizações respondem que a utilização da IA serve para melhorar práticas de negócio entre as prioridades de 2026; 45% querem automatizar processos; 42% procuram eficiência operacional. Mais importante: 82% dizem já ter IA significativa ou extensivamente integrada no seu trabalho diário.

E aqui aparece a fratura: apenas 35% consideram os seus líderes totalmente preparados para integrar conhecimento produzido por IA, exercer julgamento sobre ele e gerir os riscos associados. Ou seja: a tecnologia avançou muito mais depressa do que a liderança. E, se assim é, liderar sem IA é apenas incompetência.

É precisamente por isso que já não aceito a ideia de que um líder “não precisa de perceber de tecnologia”. Ou de IA. Precisa. Não tem de programar modelos. Mas tem de saber o que é um LLM, porque alucina, o que são contexto e memória, como funcionam agentes, onde entram os dados, que diferenças existem entre automação e autonomia, como se valida uma resposta e onde deve permanecer decisão humana. E, já agora, porque é que a responsabilidade é humana.

Precisamente porque 96% dos inquiridos antecipam funções de liderança em verdadeira fusão humano-IA, então: os líderes terão de orientar, refinar, desafiar e integrar outputs de IA em decisões e processos. E 79% consideram muito ou extremamente importante dotar de sentido ambientes de incerteza para uma transformação bem-sucedida com IA.

Veja aqui notícia completa em LinktoLeaders

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Cuidados paliativos em debate no Iscte Executive Education

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 9, 2026, 11:26:22 AM

O Iscte Executive Education promove, no próximo dia 20 de outubro, o debate “Cuidados Paliativos - Indicador de maturidade do nosso sistema de saúde. O que tem de ser feito?”, uma iniciativa que junta especialistas para discutir a realidade dos cuidados paliativos em Portugal e identificar prioridades que permitam melhorar o acesso, a qualidade e a dignidade dos cuidados no fim de vida 

O encontro pretende confrontar a realidade atual com as expectativas e necessidades de quem depende destes cuidados, cruzando diferentes perspetivas sobre um tema que envolve dimensões clínicas, humanas, organizacionais e de política de saúde. Mais do que fazer um diagnóstico da situação, o objetivo passa por transformar a discussão em prioridades e decisões concretas para Portugal.

Entre os temas em análise estarão as principais falhas no acesso aos cuidados paliativos e o seu impacto nos doentes, famílias e profissionais, bem como os obstáculos clínicos, humanos, organizacionais e financeiros que condicionam a resposta existente. O debate procurará ainda analisar o percurso efetivo de uma pessoa que necessita destes cuidados, permitindo identificar os principais desafios ao longo das diferentes etapas.

A discussão contará com a participação de Abel García Abejas, Bruno Venâncio, João Gamelas, Maria Catarina Estevés das Pazes e Nuno Gil, reunindo diferentes perspetivas e experiências em torno dos desafios que se colocam aos cuidados paliativos e ao sistema de saúde.

“Falar de cuidados paliativos é falar da capacidade de um sistema de saúde para responder às pessoas em todas as fases da vida, incluindo quando curar deixa de ser o objetivo. A maturidade de um sistema mede-se também pela forma como organiza recursos, antecipa necessidades e garante respostas com qualidade, equidade e dignidade. Este debate pretende ir além do diagnóstico e contribuir para identificar o que ainda precisa de mudar e, sobretudo, que decisões podem ajudar a concretizar essa mudança”, afirma José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education.

A iniciativa dirige-se a profissionais de saúde, gestores hospitalares, decisores políticos, investigadores, representantes da indústria de tecnologias de saúde e estudantes de pós-graduação nas áreas da medicina, gestão e tecnologia.

Veja aqui notícia completa em HealthNews

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Trabalhar com as empresas

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 8, 2026, 11:39:03 AM

As escolas chegam à realidade das empresas quando deixam de falar apenas sobre empresas e começam a trabalhar com elas. 

No Iscte Executive Education esta é uma aproximação que faz parte do nosso modelo. Não vemos a formação executiva como uma sequência de aulas. Vemo-la como um espaço de decisão, aplicação e transformação. A empresa não é apenas o destino da aprendizagem. É sempre também um ponto de partida.


Começamos, sequencialmente, por ouvir. Perceber o contexto. Identificar os desafios. Conhecer a estratégia, a cultura, os processos e as pessoas. 
E a apresentamos e a debatemos com o cliente. É assim nos programas customizados. Trabalhamos sempre com as empresas. E não apenas para as
empresas.
Isso obriga a mudar conteúdos, metodologias e linguagem. Menos conceitos desligados. Mais casos reais, dados da própria organização, problemas concretos, projetos aplicados. Mais discussão entre pares e sempre contacto com quem decide e executa.
Temos programas em que os participantes trabalham sobre desafios reais da empresa. Problemas comerciais. Temas de liderança. Eficiência operacional. Experiência do cliente. Transformação digital. Inteligência artificial. Sustentabilidade. E não produzem relatórios académicos. 

Procuram chegar a propostas que possam ser usadas.

Também aproximamos a escola das empresas através dos docentes.
Um bom professor de educação executiva não pode viver fechado na academia. Tem de conhecer o terreno. Saber o que está a mudar. Perceber a pressão sobre os resultados. Dominar a complexidade das decisões. E ser capaz de transformar conhecimento em ação.
A ligação faz-se ainda através das empresas que entram na sala. Executivos, gestores e especialistas partilham experiências, erros, decisões e resultados. Isto dá densidade à aprendizagem.
Traz realidade. E torna a discussão mais exigente.


Veja aqui notícia completa em Human

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IA em nova pós-graduação do Iscte Executive Education

Posted by Iscte Executive Education_ on Oct 8, 2026, 11:26:45 AM

A IA está a mudar a forma como as 
organizações trabalham, mas continua
a depender das pessoas para tomar
decisões, liderar equipas e transformar
conhecimento em resultados.  

É neste contexto que o Iscte Executive Education promove, a partir de outubro, a pós--graduação ‘on-line’ em Lean Six Sigma e Transformação Inteligente, com um programa concebido para preparar gestores, consultores e outros profissionais para liderar processos de melhoria contínua, inovação e transformação organizacional, através de uma abordagem prática e multidisciplinar.

Ao longo de seis meses, os participantes vão desenvolver competências em Lean Six Sigma, Lean Management, IA aplicada aos processos, resolução de problemas complexos, pensamento crítico, ‘governance’, gestão da mudança e gestão de projetos

Veja aqui notícia completa em Human

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