Iscte Executive Education_

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Conhecimento para decidir. Formamos para fazer a diferença.

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 24, 2026 10:11:25 AM

O Iscte Executive Education tem vindo a afirmar-se como uma referência na formação de executivos em Portugal. 

 

A nossa diferença é simples: não vendemos formação a metro. Trabalhamos sobre problemas reais, com empresas reais, executivos reais e consequências reais. Sublinho: consequências reais. A identidade do Iscte Executive Education está na ligação entre rigor académico, pragmatismo de gestão, proximidade ao tecido empresarial e capacidade de execução. Somos uma escola privada dentro de uma universidade pública, aberta ao mundo, mas sem complexos.

Não formamos para o certificado. Formamos para a decisão. A oferta formativa tem evoluído significativamente nos últimos anos.

Como é que a escola acompanha as novas necessidades dos profissionais e das organizações e que áreas considera mais estratégicas para o futuro?

Ouvindo o mercado, mas não obedecendo cegamente à moda. Há muito bruaá na formação executiva.

E muito novo riquismo. Nós procuramos separar tendências de hype. As áreas críticas são claras: liderança, inteligência artificial, dados, estratégia, finanças, sustentabilidade, saúde, operações, inovação e transformação organizacional, entre outras.

A questão central não é ter cursos sobre tudo. é desenhar experiências que mudem a forma como as pessoas pensam, decidem, se tornam autónomas e lideram. Num contexto em que o conhecimento está cada vez mais acessível e a Inteligência Artificial está a transformar a forma como aprendemos, qual passa a ser o verdadeiro papel de uma escola de formação de executivos? 

Veja aqui o artigo completo em Jornal Económico (O) - Quem é Quem - Formação Profissional

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2027: O ano das mudanças disruptivas? O próximo capítulo na Gestão de Pessoas

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 23, 2026 10:49:32 AM

A evolução tecnológica, as novas expectativas dos profissionais e as mudanças demográficas estão a desafiar os modelos tradicionais de Gestão de Pessoas. 

 

 As constatações não são novas, mas os desafios que trazem continuam a ser marcados sobretudo pela incerteza. Estaremos perante uma verdadeira disrupção ou apenas uma aceleração da mudança (e a muito diferentes velocidades nas empresas)?

É a reflexão que a Human Resources propõe para a XXXII Conferência, que vai realizar-se dia 14 de Outubro, no Museu do Oriente, em Lisboa.

Foi com uma visita à zona dos laboratórios da Hovione que o almoço pré-férias do Conselho Editorial começou, contando com Marco Gil, co-CEO da farmacêutica, como guia. Fundada em 1959 por Ivan e Diane Villax (distinguida pela Human Resources Portugal, em 2024, com o “Prémio Carreira”), a Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e dispositivos médicos, e produz princípios activos para a indústria farmacêutica mundial.

Reconhecida como uma das empresas portuguesas que mais investe em investigação e desenvolvimento, orgulha-se de ser o maior empregador privado de doutorados no País. Tal como no negócio, também na Gestão de Pessoas a Hovione quer dar-se a conhecer pelos aspectos diferenciadores, sendo ponto assente , da base até ao topo , que os Recursos Humanos têm de estar na “agenda estratégica”.

Daí a conversa evoluiu para os desafios das empresas em matéria de pessoas, para chegarmos àquele que vai ser o tema da 32.ª edição da Conferência Human Resources: “2027: o ano das mudanças disruptivas? O próximo capítulo na Gestão de Pessoas”. É evidente que a inteligência artificial está a transformar o trabalho, as competências e as carreiras. Mas as empresas vão precisar de menos pessoas ou de talentos diferentes?

Estará o sistema de ensino a preparar os profissionais para esta realidade? E que impacto terão estas transformações na entrada dos jovens no mercado de trabalho e na gestão de carreiras cada vez mais longas? 

Veja aqui a notícia completa em Human Resources

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Deus, Claude e a criatividade humana

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 22, 2026 3:39:50 PM

De um debate entre representantes da Nespresso, da Philip Morris International, da Publicis Sapient e da Luma AI sobre o impacto da Inteligência Artificial na criatividade empresarial, de que nos dá conta a Inc. Co., pode extrair-se uma conclusão simples, muito embora exigente: o futuro não será das máquinas contra as pessoas.   

 

Da encíclica de Leão XIV,Magnifica Humanitas, também se pode inferir esta conclusão nesta linha e superiormente importante: o futuro deve ser humano, em prol da sua dignidade, do trabalho, das estruturas de poder e, encimando tudo isto, da responsabilidade.

Na Nespresso, por exemplo, a IA é utilizada para aprofundar a experiência do consumidor e personalizar a relação digital. A Philip Morris International sublinha o efeito multiplicador da colaboração entre humanos e IA. A Publicis Sapient aponta um ciclo crítico: aprender, desaprender e reaprender. O conhecimento envelhece depressa. A informação mais ainda. E a Luma AI resume o risco: uma pessoa poderá não perder o emprego para a IA, perde, isso sim, para outra pessoa que a saiba utilizar melhor.

É um facto que muitos combaterão os algoritmos. Outros entregar-se-lhes-ão sem resistência, travestindo os seus cérebros sem qualquer criticidade. Vencerão, porém, os que souberem trabalhar melhor com as máquinas/algoritmos sem deixarem de pensar pela sua própria cabeça.

Veja aqui a notícia completa em Diário de Notícias

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IA transforma contabilistas em parceiros de negócio

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 17, 2026 10:57:27 AM

A digitalização e a inteligência artificial estão a mudar profundamente o papel dos contabilistas certificados, defende Márcia Santos, coordenadora da pós-graduação de tecnologias e inteligência artificial aplicadas aos negócios no Iscte Executive Education.  

 

A digitalização e a inteligência artificial estão a mudar profundamente o papel dos contabilistas certificados, defende Márcia Santos, professora doutorada na Universidade Lusófona e coordenadora da pós-graduação de tecnologias e inteligência artificial aplicadas aos negócios no Iscte Executive Education.  Para a especialista, “o contabilista deixou de gastar o tempo a produzir a informação e passou a poder gastá-lo a interpretá-la”, assumindo cada vez mais uma função estratégica junto da gestão. A entrevistada alerta, contudo, que a transformação digital “não é um projeto de software, é um projeto de mudança de comportamento”, exigindo capacitação, regras claras e uma utilização responsável das ferramentas de IA.

Contabilidade & Empresas - De que forma as TIC estão a transformar o trabalho diário dos contabilistas certificados?
Márcia Santos - As TIC mudaram a pergunta central da profissão. Durante décadas, a pergunta a que o contabilista respondia todos os dias era “como é que registo, organizo e produzo esta informação a tempo e sem erros?”. O valor estava em produzir os dados. Hoje, com grande parte dessas tarefas, lançamentos, reconciliações, preparação de mapas, já executada automaticamente pelos sistemas, essa pergunta deixou de ser o centro do trabalho. A pergunta passou a ser outra: “o que é que estes números dizem e de que forma posso apoiar a decisão da gestão para que essa seja tomada com base neles?”. Isto implica focar o Excel em dashboards dinâmicos ou criar relatórios PowerBI para múltiplos interlocutores, ou mesmo dashboards em htlm, criados claro com o apoio da inteligência artificial.
É uma mudança de fundo.

Veja aqui a notícia completa em Vida Económica

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