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Contrastes: Ainda Cabo Verde e Portugal

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 9, 2026 11:27:53 AM

 Cabo Verde mostrou que uma equipa pequena pode tornar-se grande quando ninguém se julga maior do que o grupo. 

 

 

Cabo Verde mostrou que uma equipa pequena pode tornar-se grande quando ninguém se julga maior do que o grupo. Portugal mostrou o contrário.

Vi Cabo Verde jogar contra a Argentina no Mindelo, em pleno cais marítimo, na rua e no meio da população de São Vicente. Vi um país fragmentado por ilhas, sotaques, distâncias e assimetrias juntar-se num só corpo. Cabo Verde perdeu no marcador.

Ganhou no essencial.

Ganhou na entrega, na humildade e na noção rara de que representar uma bandeira não é exibir-se. É servir. A seleção cabo-verdiana não entrou em campo para cumprir calendário, preservar imagem ou alimentar contratos. Entrou para jogar. Sem vedetismos. Sem tiques. Sem a vaidade cansada de quem julga que o passado ainda ganha jogos. Em campo, foram onze contra onze.

E Cabo Verde jogou de igual para igual. Menor? Nunca. Porque quando há compromisso, o talento cresce.

Quando há equipa, o impossível fica mais próximo. Portugal, pelo contrário, jogou para trás. No campo e fora dele. Jogou para trás na atitude, na ambição, na frescura e na leitura do momento.

Uma seleção cansada, pesada, previsível, presa a nomes, egos, hierarquias e compromissos que já não cabem dentro das quatro linhas. Poucos quiseram verdadeiramente. Se algum. A maioria apenas esteve. E há uma diferença brutal entre estar em campo e entregar-se. Quem está sem intensidade, sem fome e sem disponibilidade não ajuda. Desajuda. 

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aqui - Observador

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Quem é quem na sustentabilidade em 2026

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 8, 2026 7:20:45 PM

Quem é quem na Sustentabilidade em 2026

 

 

Há muitas palavra "sustentabilidade" e todas as que dela ramificam são usadas tantas vezes, e mesmo abusadas, e numa miriade de contextos que, mais vezes do que nunca, acabam por ser esvaziadas de quaiquer sentido.
O mais das vezes são-lhes atribuídos significados ad hoc para encaixarem - à medida, se bem que a ferros em narrativas interesseiras, para tentar branquear responsabilidades ou para fazer crer que podemos continuar o "business as usual" porque tudo ficará bem.
Seria insensato defender que a palavra "sustentabilidade" é somente usada por aqueles que dela intentam fazer mau uso, pois muitos são os outros que encontram nela um verdadeiro sentido de Norte, uma autêntica Estrela Polar que ajuda a navegar por mares incertos e a tentar chegar a bom porto.
Quem por estes meios anda, já certamente ouvia dizer que a sustentabilidade não é, em si, um fim, mas sim um caminho, que é um ideal inalcançável que, no trilho percorrido até ele, permite fazer mudanças fundamentais para aliviar a pressão humana sobre os recursos da Terra e para que sejam mais justamente distribuídos, e para atenuar as consequências nefastas da voracidade de algumas sociedades e agentes (políticos, económicos, sociais) que pensam estar sozinhos no planeta, ou que simplesmente não querem saber que partilhamos esta nossa casa comum com um incomensurável número de outras criaturas vivas, cujas vidas não são menos do que as deles, nem, para todos os efeitos, do que as nossas.
Há 10 anos, entrou em vigor a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, depois de adotada em 2015.
Foi prometido cumprir os 17 Objetivos e acabar o trabalho que ficou por fazer dos Objetivos do Desenvolvimento do Milenio. A menos de quatro anos da nova década, as promessas estão quase todas por cumprir. "Era demasiada am-bição, não se contava com as crises, ouve-se. Não há como negar que assinaláveis progressos foram sendo feitos, mas o facto de se prever que nenhum pais chegará a 2030 com mais do que dois Objetivos totalmente alcançados é motivo de preocupação. E também de frustração. O planeta está em crise e continua a adiar-se o que há décadas deveria ter sido aplacado. E, por certo, mais uma agenda de sustentabilidade virá, com mais promessas.

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aqui - GreenSavers

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Sustainable Balanced Scorecard o modelo que está a redefinir a gestão empresarial

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 8, 2026 11:44:59 AM

A sustentabilidade deixou de ser uma opção, e ferramentas como o Sustainable Balanced Scorecard assumem um papel central nas empresas. 


A sustentabilidade deixou de ser uma opção, e ferramentas como o sbsc assumem um papel central. Mais do que medir resultados, permitem antecipar riscos, alinhar equipas e criar valor de forma consistente e responsável.

Num contexto empresarial cada vez mais exigente e marcado por profundas transformações económicas, sociais e ambientais, as organizações enfrentam o desafio de alinhar o desempenho financeiro com critérios de sustentabilidade. Foi precisamente neste enquadramento que surgiu o webinar “Sustainable Balanced Scorecard”, promovido pelo iscte Executive Education, um espaço de reflexão e partilha que reuniu profissionais com experiência concreta na aplicação deste modelo à realidade empresarial.

uma nova geração de ferramentas de gestão estratégica

O Sustainable Balanced Scorecard (sbsc) surge como uma evolução do tradicional Balanced Scorecard, incorporando de forma estruturada os critérios esg (Environmental, Social and Governance) na gestão estratégica. mais do que uma ferramenta de medição, trata-se de um instrumento que permite transformar visão em ação, ligando objetivos estratégicos a indicadores concretos e promovendo uma criação de valor mais sustentável e integrada.

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O bem – estar dos colaboradores pode determinar o futuro de uma empresa

Posted by Iscte Executive Education_ on Jul 8, 2026 11:34:05 AM

Os profissionais de hoje têm necessidades e exigências muito diferentes dos de há uma década, e os estudos de RH indicam claramente que o futuro é mais risonho para as empresas que cuidam do bem-estar das suas pessoas.  


 Captar e reter talento é um dos grandes desafios das empresas, e, sobretudo desde a pandemia, a saúde mental é um tema relevante. Nos últimos anos, episódios de burnout e outras manifestações graves de desgaste emocional ou intelectual têm impactado negativamente o desempenho de equipas e, pOr consequência, o das próprias organizações. Na verdade, a rotatividade dos recursos humanos, a falta de compromisso que leva ao presenteísmo (estar presente, mas não envolvido nem produtivo) e o próprio absentismo prejudicam seriamente toda a dinâmica de uma empresa. Hoje, OS gestores de talento não têm dúvidas: o bem-estar é um indicador de resiliência organizacional e, por isso, passou a ser um pilar estratégico. 

Consulte o artigo completo aqui - Estudo de People Engagement Survey

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