Ao longo do meu percurso profissional, e depois de concluir um Executive MBA, no Iscte Executive Education, tive oportunidade de consolidar uma convicção que a experiência no terreno apenas reforçou: os maiores desafios das organizações raramente são tecnológicos ou financeiros. São, acima de tudo, desafios de execução.
Artigo de opinião de Miguel Salema Garção, chief of New Business da Verlingue Portugal, e alumni Executive MBA:
Ao longo do meu percurso profissional, e depois de concluir um Executive MBA, no INDEG/ISCTE, tive oportunidade de consolidar uma convicção que a experiência no terreno apenas reforçou: os maiores desafios das organizações raramente são tecnológicos ou financeiros. São, acima de tudo, desafios de execução.
Sempre que uma empresa inicia um processo de transformação, seja na revisão do seu modelo de governação, na simplificação dos seus processos ou na aceleração da sua transformação digital, instala-se um período de inevitável adaptação.
Mudar implica abandonar rotinas, questionar práticas instaladas e aceitar novas formas de trabalhar.
É um processo exigente e, por natureza, desconfortável. É precisamente nessa fase que surge uma das frases mais repetidas na vida das organizações: “Sempre fizemos assim.”
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