Mudar o nome é fragilizar o posicionamento, é confundir candidatos e é diluir “equity”.
"A recente polémica entre a Universidade NOVA de Lisboa e a NOVASSBE NOVA School of Business and Economics – sobre a designação em inglês (e a necessidade de lhe colocar o Faculdade de Economia da UNL) não é um detalhe. é estratégia. E pode ser, quiçá, estrutural."
"Perde-se mercado ao mudar a marca? Numa marca internacional construída ao longo de décadas, com investimento, com muito “awareness” e afirmando-se pela reputação cumulativa perde-se sempre valor. Alterá-la, sobretudo quando está consolidada em mercados exigentes (mesmo o nacional), é criar tumulto onde há clareza e onde há alguma certeza. Em ensino superior de gestão, onde o estudante internacional (e nacional) compara escolas globalmente, a memória da marca é um ativo absolutamente crítico."
"E os “rankings”? Nem são melhores, nem são piores. São apenas comparáveis. É certo que são “rankings” imperfeitos, mas são o jogo onde todos jogam (e muitos querem jogar e não conseguem).
A NOVA SBE aparece nos mesmos “rankings” que as melhores escolas europeias e globais."
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