É a escola que mais cresceu no mundo em Open Programs.
O CEO, José Crespo de Carvalho, atribui o sucesso a uma estratégia consistente e transparente, sem caminhos facilitados.
Qual a sensação que tem com este resultado da Executive Education no ranking mundial do Financial Times?
A sensação é ótima. As subidas que tivemos não podem deixar ninguém indiferente. São factos. E contra factos não há argumentos, nem devem existir tabuleiros inclinados na comunicação, que se têm visto. O Financial Times é um ranking mundial, exigente, comparável e independente. Subir desta forma em Open Programs (16 lugares e a maior subida do mundo) e em Custom Programs (13 lugares e a maior subida de Portugal) mostra trabalho, reputação, consistência e impacto real no mercado.
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