Escolher um fornecedor, alterar uma rota ou aprovar um investimento pode aproximar uma empresa das suas metas de sustentabilidade ou adiar a sua concretização. São estas decisões, e as condições necessárias para as pôr em prática, que vão estar no centro da SCM Sustainable Supply Chain, na tarde do dia 26 de novembro, no Iscte Executive Education em Lisboa.
Uma alternativa de transporte permite reduzir emissões, mas exige rever os prazos de entrega, um fornecedor apresenta melhores indicadores ambientais, mas tem um preço superior, uma mudança no armazém promete reduzir consumos, mas disputa investimento com outras prioridades… seja em que cenário for, a sustentabilidade chega à operação através de escolhas concretas, nas quais custo, serviço, capacidade e impacto nem sempre apontam na mesma direção.
É neste terreno que se situa a próxima SCM Sustainable Supply Chain, organizada pela Supply Chain Magazine sob o tema “Entre metas e decisões – Quando a sustentabilidade entra na operação”. A conferência propõe olhar para o percurso entre os compromissos assumidos pelas empresas e as mudanças necessárias para os cumprir. Porque, entre uma meta anunciada e um resultado alcançado, há fornecedores a selecionar, investimentos a justificar, transportes a organizar e recursos a gerir. E há pessoas que precisam de ter informação, competências e condições para concretizar essas mudanças.
O programa vai cruzar casos práticos da indústria, do retalho, dos transportes e da logística, mas também debate e reflexão sobre as dimensões ambiental, social e económica da sustentabilidade. O interesse está tanto nos resultados como no caminho percorrido: que alternativas foram consideradas, que critérios pesaram na decisão, que dificuldades surgiram e o que foi necessário mudar.
Há escolhas que permitem reduzir custos, desperdício e impacto ambiental em simultâneo. Outras exigem aceitar um prazo de retorno mais longo, alterar processos ou encontrar parceiros disponíveis para fazer parte da mudança. Conhecer estas experiências pode ajudar outras empresas a avaliar as suas próprias opções e a perceber de que depende o próximo passo.
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