Liderar e gerir Unidades de Saúde

Reflexão e debate sobre liderança, governação e sustentabilidade no sector da saúde._

Este programa promove uma reflexão sobre modelos de governação e práticas de liderança no Sector da Saúde em Portugal. Com base na experiência de líderes de referência do sector público e privado, serão debatidos os desafios atuais da gestão de unidades de saúde, nomeadamente a sustentabilidade, a eficiência organizacional, a inovação e o papel das pessoas na transformação das organizações.

 

Tipologia
Intensivo

Calendário
25 de fevereiro 2026 |

Horário
2 horas | 17h30 - 19h30

Língua
Português

Regime
Presencial

Coordenadores

Investimento
Sem custo

Área de formação
Saúde

Oradores_

Objetivos_

Debater boas práticas de liderança e gestão no sector da saúde.
Analisar e comparar diferentes modelos de governação.

 

Reflectir sobre desafios actuais da gestão de unidades de saúde: recursos humanos, cuidados humanizados, sustentabilidade, eficiência e inovação.
Promover pensamento crítico sobre a liderança transformacional e colaborativa.
Estimular a partilha e experiências entre líderes e gestores do sector.

Principais benefícios_

Fundamentos_

Oportunidade de debater práticas de liderança com referências do sector público e privado.

Reflexão Crítica_

Reflexão crítica sobre desafios de governação e gestão em saúde na realidade portuguesa.

Networking

Networking de alto nível entre gestores e decisores.

Liderança_

Inspiração para modelos inovadores e colaborativos de liderança.

Enriquecimento pessoal_

Enriquecimento pessoal e profissional através da aprendizagem interpares. 

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Testemunhos_

A Conferência sobre inteligência artificial foi muito rica, sobretudo porque hoje considero que é imperativo incluirmos a inteligência artificial na cadeia de valor da saúde. Não é algo do futuro — é uma realidade atual. Já estamos a vivê‑la e, por isso, ignorar o potencial que ela tem para melhorar a eficiência, a qualidade dos cuidados e os outcomes que podemos alcançar é algo impensável.

Nesse sentido, esta conferência deixou muito claro o contributo que a inteligência artificial pode trazer para estes fatores: para o tratamento de dados, para a utilização de informação útil e para gerar os outcomes de que precisamos e que desejamos na área da saúde.

Inês Brito Ferreira
Inês Brito Ferreira Enfermeira | Hospital da Luz

Enquanto diretora clínica de uma instituição como a ULS Almada Seixal, considero que este tipo de encontros é essencial para promover a partilha de experiências. A oportunidade de ouvir líderes com estilos tão distintos e de refletir sobre o papel da gestão e o futuro das instituições de saúde — tanto no Serviço Nacional de Saúde como no setor privado — é verdadeiramente enriquecedora. A reflexão sobre a saúde só pode gerar bons resultados.

Ana Luísa Broa
Ana Luísa Broa Diretora Clínica - ULS Almada Seixal
Esta sessão foi muito interessante, uma comunicação entre líderes do setor privado e setor público, onde pudemos debater algumas das dificuldades, dos desafios, mas também necessidades e também a mensagem de esperança e de otimismo, tanto para o SNS e também para novas parcerias que possam surgir.
Como psicóloga da Unidade Local de Saúde de São José. Creio que é de enorme importância nós conseguirmos comunicar tanto gestores como clínicos. E na área da psicologia e na área da saúde ocupacional podermos ser, por exemplo, uma mais-valia de conseguir gerir conflitos que neste momento emergem e nestes novos desafios e pode ser uma mais-valia, sem dúvida, para promover e acrescentar valor na área da saúde.
Sónia Pinote Bernardes
Sónia Pinote Bernardes Clinical and Work Psychologist| postgraduate in Health Management
As opiniões divergem mesmo no meio médico, embora eu tenha a certeza que todos nós vamos ter que aderir à inteligência artificial, não há hipótese de andar para trás porque isto evolui de uma forma extraordinária não é?. Digo isto na imagiologia, digo na oftalmologia, digo na gastro, digo na dermatologia, porque são especialidades que estão muito viradas para a imagem e, portanto, nesse aspeto a inteligência artificial vai evoluir brutalmente e vai, de certa forma, não vai substituir os médicos. Mais uma vez eu acho que não vai substituir os médicos, mas pode ajudar imenso num diagnóstico mais precoce e até em termos de terapêutica, “a la long” nos novos ensaios de fármacos novos. Portanto, nós temos que nos adaptar, todos nós, independentemente da idade. As novas gerações já estão muito viradas para aí. Os mais antigos, entre aspas, não estão, mas vão ter que se adaptar.
Ana Ribeiro da Cunha
Ana Ribeiro da Cunha Consultora de Medicina Interna e Diabetologia

Saiba mais sobre o programa aqui _

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Vamos iniciar a inscrição?

Para quem?_

_ Gestores hospitalares, administradores de unidades de saúde, directores clínicos, enfermeiros gestores, consultores e decisores do sector público e privado da Saúde. 

Gestão financeira e orçamentação em saúde

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