The Economist deu à estampa um artigo que se chama “When will remote workers see their pay cuts?”. Com base nesse artigo e em algumas ideias próprias construí o presente texto. A ler, se o entenderem.
"Nos últimos tempos a Dell, fabricante de hardware, e a JPMorgan Chase, um dos maiores bancos americanos e globais, decretaram a volta ao escritório, começando a colocar um ponto final no trabalho remoto. Juntaram-se, desta forma, a uma lista crescente que inclui AT&T, Amazon e até o governo dos EUA, onde Elon Musk — que designou o trabalho remoto de “moralmente errado”, e os seus apoiantes de pessoas “desconectadas da realidade” — tem feito de tudo para liderar a mudança."
"As várias lideranças vão colocando a sua tónica, e sublinhando-a, i.e., que o regresso ao presencial aumenta a produtividade e cria cultura de empresa e muito mais inovação. Os colaboradores destas e de outras empresas olham para estas chamadas massivas ao presencial como uma forma de reduzir salários e de conseguir demissões em massa", salienta José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education
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