Iscte Executive Education_

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Pensar a comunicação através do legado de Amália

Posted by Iscte Executive Education_ on Jan 26, 2026 10:13:44 AM

Como se comunica um ícone cultural a novas gerações? Como se transforma memória, identidade e património num projeto contemporâneo, relevante e emocionalmente envolvente?


Estas são algumas das questões que estarão no centro da marketing talk «Ah Amália, Ah Comunicação!», promovida pelo Iscte Executive Education, no próximo 28 de janeiro, às 18H00, no 8 Marvila, em Lisboa.

Integrada no Executive Master em Marketing Management, esta sessão presencial propõe uma viagem pelo universo da comunicação estratégica aplicada à cultura, a partir do caso «Ah Amália – Living Experience», a primeira biografia imersiva dedicada a Amália Rodrigues, figura maior da cultura portuguesa e símbolo intemporal da identidade nacional.

A talk será conduzida por Sofia Moura, responsável pelo desenvolvimento do projeto «Ah Amália? e docente no Iscte Executive Education, que partilhará os bastidores da criação e da comunicação de uma experiência cultural inovadora que cruza storytelling, tecnologia imersiva e emoção.

A sessão em Marvila tem entrada gratuita, mediante inscrição prévia aqui.

As vagas são limitadas.

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O Gestor Português está preparado para um mundo rodeado de IA?

Posted by Iscte Executive Education_ on Jan 23, 2026 10:21:19 AM

É uma questão pertinente, para a qual não há uma resposta clara.


"O povo português tem-se adaptado a novas tecnologias (como por exemplo, as famosas rápidas adaptações ao multibanco e ao MBWay), o que é um ponto favorável. Contudo, no caso da inteligência artifcial (IA), trata-se de um conjunto de tecnologias omnipresente em muitas áreas da nossa vida. e também da gestão. Logo. não se trata de algo específico, como o uso de LLM (large language models), como o ChatGPT, mas sim um conjunto de tecnologias com uma aplicação transversal. Por isso, esta vantagem do povo português pode não ser suficiente."

"Depois, para uma boa gestão, mas ainda mais relevante, para uma boa utilização da IA, é importante ter dados em quantidade e “qualidade”. Se não, como se pode “alimentar” as ferramentas para nos ajudar a analisar situações e a tomar decisões? Teríamos o efeito GIGO (garbage in, garbage out), em que se introduzimos “maus” dados, a conclusão é também “má”. Neste ponto, receio que muitas empresas (especialmente as mais pequenas) não estejam bem preparadas." afirma Pedro Fontes Falcão, Co-Diretor do Executive MBA do Iscte Executive Education

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Geração Z: Negociar nas redes sociais sem nunca ver o outro lado

Posted by Iscte Executive Education_ on Jan 21, 2026 3:27:46 PM

A geração Z trouxe algumas virtudes claras ao processo comercial. Comunica de forma objetiva, respeita o tempo do outro, elimina ruído e formalismo inútil.


Negociar e fechar acordos por mensagem, leia-se WhatsApp, LinkedIn ou Instagram (até Tik Tok), deixou de ser excentricidade. Tornou-se prática corrente. O artigo “Gen-Z Salespeople Are Closing Deals on Social Media”, de Annabel Burba, na Inc., descreve uma geração que negocia onde vive: nas plataformas sociais. E fá-lo com eficácia. Mas não sem custos.

"Usa a mensagem curta como instrumento de precisão. Lê o contexto digital, percebe sinais fracos, constrói confiança antes de “vender”. Em muitos casos, fecha negócios com menos fricção e maior rapidez do que os modelos clássicos."

"Há ganhos evidentes. O canal é integrado na vida real do cliente. A negociação torna-se contínua, não episódica (não se perdendo rapport digital). O vendedor deixa de “interromper” para passar a encaixar. Isto é eficiência. E é inteligência comercial."

"Mas há o outro lado. Menos confortável e raramente assumido." afirma José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education

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Quando faltam líderes, sobram chinelos!

Posted by Iscte Executive Education_ on Jan 21, 2026 1:28:44 PM

Quando uma empresa pede aos colaboradores para tirarem os sapatos à entrada, pondo chinelos, não está a inovar. Está a sinalizar uma outra realidade: a perda total de foco. E também a perder o juízo.


"Sim porque há uma nova moda, extensão da sala ou de casa, que oferece conforto aos pés dos colaboradores e lhe fornece chinelos para o escritório. Isto pode parecer uma coisa engraçada, pode dar-se um riso à conta disto mas, no fundo, o que se passa é apenas mais uma daquelas estupidezes sem quartel."

"O problema nunca foi a transposição de casa para o trabalho, ou do conforto de casa para o trabalho. O problema nunca foram os sapatos. O problema é a ilusão de que conforto cria cultura e de que informalidade substitui a liderança. Conforto não cria cultura e informalidade não substitui liderança nem cria necessariamente proximidade."

"Um escritório não é uma sala de estar nem uma suite. É um espaço de responsabilidade, de decisão e de criação de valor. Quando se começa a confundir ambiente profissional com espaço doméstico, dilui-se a exigência, relativiza-se o compromisso e normaliza-se a ausência de rigor. Dir-se-á: bom, mas cultura é, também, feita de rituais. Claro que sim. Mas de rituais que tenham sentido. Promover os bons a heróis, comemorar resultados, elevar e/ou remunerar o cumprimento, enobrecer quem traz resultados, promover conversas sem agenda para criar alinhamento, entre muitos outros, podem ser rituais." reforça José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education

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