A IA não é o perigo. Abdicar de pensar, sim, é o perigo!

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Na era da IA, e mais do que nunca, precisamos de aprender a pensar criticamente. E até a saber o que é efetivamente o pensamento crítico. 

No artigo de opinião em Observador Online,  José Crespo de Carvalho presidente da Comissão Executiva do Iscte Executive Education (IEE).


"Apesar do entusiasmo em torno da IA generativa, também partilhado por mim, aprender continua a ser totalmente indispensável. A UNESCO, no Courier Unesco ainda agora no início de Abril de 2026, recorda que o medo de as novas tecnologias substituírem a aprendizagem não é nada de verdadeiramente novo: já aconteceu com a escrita, com os livros e com a internet. E eu acrescentaria com a passagem à calculadora, a passagem ao PC e muito mais. Com um adicional. A IA, ao contrário do que se pensa, não é efetivamente uma tecnologia. É muito mais que isso e requer gestão, muita gestão. A diferença para o passado é que a IA é o primeiro salto numa revolução anunciada que mimetiza de forma convincente capacidades humanas efetivas, o que reacende a pergunta: se a máquina  escreve, resolve equações e programa, se gera slides, faz reports e muito mais, ainda precisamos de aprender?"

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