Ao reler o relatório da European University Association, relatório Universities and Competitiveness, deparei-me novamente com o exercício de reflexão feito sobre o futuro das universidades europeias num continente sob pressão económica, geopolítica e tecnológica.
Continuo a sublinhar que as conclusões são todas muito pertinentes, mas insuficientes no ponto decisivo: a inteligência artificial.
O relatório constrói três futuros possíveis para 2035: o renascimento europeu, uma oligarquia tecnológica sob hegemonia norte-americana e uma sociedade fragmentada.
Defende-se que as universidades devem ser autónomas e interdisciplinares, capazes de formar talento e criar valor: Até aqui tudo bem. Banalidades. Mas o decisivo não é só como as universidades podem contribuir para a
competitividade da Europa. E também como poderão elas próprias competir quando o conhecimento deixar de ser escasso? Ou ainda achamos que é só a informação que é escassa
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