Durante muito tempo confundimos avaliação com reprodução. Perguntas previsíveis, respostas formatadas, exames por recurso à memória, trabalhos escritos como se fossem prova clara e inequívoca de uma determinada autoria, apresentações onde o brilhantismo da forma esbate, muitas vezes, a pobreza do pensamento crítico e da criatividade. A IA não destruiu este modelo. Pelo menos totalmente. Mas veio mostrar que, o modelo começa a apresentar sinais claros e inequívocos de declínio bastante claro. Hoje, qualquer estudante, participante, pode produzir um texto correto, estruturado, fluente e, aparentemente, sublinho aparentemente, inteligente. E em poucos segundos / minutos. Pode resumir artigos, comparar teorias, gerar bibliografia, simular argumentos, construir apresentações, programar, traduzir, corrigir e melhorar. Fingir que isto não existe é apenas tornarmo-nos infantis. Proibir é apenas e só inútil. Avaliar como antes tornou-se, e isso preocupa-me muito, absolutamente irresponsável.
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