Começo por alertar os leitores deste texto, que não me conhecem, para uma confissão. Sou docente na Iscte Executive Education, também com funções de direção em dois programas, e na Iscte Business School, tudo ligado ao Marketing e afins. Ao mesmo tempo, trabalho em publicidade há mais de 25 anos, sempre do lado das agências. Portanto, tenho aqui um berbicacho entre mãos. A saber.
A Inteligência Artificial Generativa está a tornar algumas pessoas demasiado inteligentes para precisarem de aprender. É deixarem-se andar, lá está. Afinal, a única coisa que precisam mesmo é de saber fazer boas perguntas, que é o que toda a gente diz por aí. Depois, vem o mais simples, isto é, duas ou três interações com o LLM do momento “et voilà”, têm uma solução instantânea. Um pouco como acontece com o pudim do chinês.
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