Desenvolvido pela Cegoc, com coordenação científica do ISCTE Executive Education, o estudo apoia as organizações no diagnóstico e na melhoria das suas práticas de gestão de pessoas, ao promover níveis mais elevados de envolvimento, compromisso, atracção e mobilização de talento. Desde 2016, o estudo reuniu mais de 122 mil inquéritos em mais de 1400 organizações, o que faz dele uma das bases de comparação mais extensas sobre a experiência dos colaboradores no país.
A edição de 2026 decorre num período em que a Inteligência Artificial começa a alterar o conteúdo das funções, os regimes presencial, híbrido e remoto continuam a ser renegociados nas organizações e a transparência salarial ganha peso na agenda das empresas.
Segundo o barómetro Transformations, Skills & Learning 2026 do Grupo Cegos, 73% dos profissionais esperam mudanças na natureza do seu trabalho e 60% dos directores de Recursos Humanos apontam a IA e a automatização como as principais transformações com impacto nas competências das suas organizações nos próximos dois anos.
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