A informação está hoje disponível em todo o lado. Precisamente por isso, aprender não pode passar apenas por acumular conteúdos.
É necessário saber escolher, questionar, relacionar, experimentar e decidir. E transformar conhecimento em ação. Responsabilizando-se, obviamente, por ela. Tenho para comigo (José Crespo de Carvalho) que as empresas que irão vencer não serão necessariamente as que sabem mais. Serão as que aprendem mais depressa. As que desaprendem, e até esquecem, o que deixou de funcionar. E voltam a reaprender antes das outras.
É aqui que a formação de executivos se torna decisiva. No Iscte Executive Education trabalhamos nessa fronteira. Entre a academia e a empresa, a ciência e a prática, a tecnologia e o humano, o presente e o futuro. Não formamos para um mundo ideal. Formamos para o mundo real. Com todos os problemas reais. Com empresas reais, dados reais e decisões reais.
O formato é essencial. Tal como essencial é o impacto. E a presença é, não obstante, insubstituível quando cria relação, debate e experiência. Muito embora o digital acrescente flexibilidade, escala e até personalização. O híbrido pode, igualmente, reunir alguns mundos interessantes. A aprendizagem, per se, tem de mudar comportamentos. Melhorar decisões. Acelerar resultados. Criar valor. Caso contrário, é apenas informação bonitinha, mais ou menos bem apresentada.
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