O avanço do Executive MBA do Iscte consolida uma trajetória ascendente contínua nos últimos quatro anos (100.º em 2023, 92.º em 2024 e 81.º em 2025). A instituição lisboeta foi impulsionada pela remuneração média anual reportada pelos seus antigos alunos – 254.430 dólares (cerca de 233 mil euros), o valor mais elevado entre as formações nacionais –, além de um 5.º lugar mundial no critério de integração curricular de critérios ambientais, sociais e de governação (ESG) e da 22.ª melhor rede de alumni do mundo.
"Temos três Executive MBA portugueses no top-100 do mundo do Financial Times, mas este ano o 1.º lugar é nosso. Somos n.º 1 em Portugal em Executive MBA. Estamos mesmo de parabéns", sublinha José Crespo de Carvalho, que atribui os resultados à valorização efetiva dos diplomados no mercado: "Estou em crer que, pelos parciais que compõem este ranking, o outcome está efetivamente a ser valorizado: há impacto, e impacto decisivo. Em quatro anos subimos 45 posições no ranking EMBA." O responsável destaca ainda o índice de satisfação dos antigos alunos (9,73 em 10) e a senioridade profissional à entrada do curso (40.º mundial).
Atrás do Iscte surge o The Lisbon MBA Católica|Nova, que fixa a 71.ª posição mundial (face ao 70.º posto em 2025). O programa conjunto das duas faculdades lisboetas – desenvolvido em parceria com o MIT Sloan – assume a liderança nacional nos programas integralmente lecionados em inglês e o primeiro lugar em Portugal na média a três anos compilada pelo jornal (63.ª posição global), apoiado pelo seu histórico de 2024.
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