O mais recente almoço do Conselho Editorial realizou-se no Vila Galé Ópera, em Lisboa, e contou com a presença de: Ana Gama Marques (Petrotec), Ana Rita Lopes (Delta Cafés/ Grupo Nabeiro), Carla Pereira (Unilever), Elsa Carvalho (WTW), Joana Pita Negrão (Dils), Marco Serrão (Nadara), Maria João Martins (My Change), Patrícia Fernandes (Banco Montepio), Paula Cordeiro (Grupo Vila Galé), Pedro Fontes Falcão (Iscte Executive Education), Pedro Ramos (Dale Carnegie), Pedro Raposo (Banco de Portugal), Pedro Rocha e Silva (LHH | DBM), Sara Silva (L’Oréal) e Susana Silva (El Corte Inglés).
O trabalho ainda não mudou radicalmente, mas já há sinais visíveis: em quem as empresas contratam; e em quem deixam de contratar (e nos despedimentos, também, sim).
As empresas ainda estão, essencialmente, em fase de experimentação, com poucos resultados significativos, mas os investimentos em inteligência artificial (IA) já estão longe de ser insignificantes. O trabalho ainda não mudou radicalmente, mas já há sinais visíveis: em quem as empresas contratam; e em quem deixam de contratar (e nos despedimentos, também, sim).
Não será – ainda – tanto pela eliminação de funções, mas mais pela não criação de novos postos de trabalho, que o impacto da IA no mercado de trabalho se começa a fazer sentir. As contratações estão a abrandar, sobretudo entre os mais jovens, e essa tendência já é visível no número de trainees recrutados em áreas como a advocacia e consultoria, por exemplo. O que traz o desafio da transmissão de conhecimento. E de como estes jovens vão ganhar experiência.
Mais importante do que identificar os empregos que a IA pode substituir, será perceber que competências serão necessárias. E como preparar os profissionais. As empresas estão a investir em infra-estruturas e ferramentas. E na capacitação das pessoas, estão? Na mudança de comportamentos?
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