Negociar e fechar acordos por mensagem, leia-se WhatsApp, LinkedIn ou Instagram (até Tik Tok), deixou de ser excentricidade. Tornou-se prática corrente. O artigo “Gen-Z Salespeople Are Closing Deals on Social Media”, de Annabel Burba, na Inc., descreve uma geração que negocia onde vive: nas plataformas sociais. E fá-lo com eficácia. Mas não sem custos.
"Usa a mensagem curta como instrumento de precisão. Lê o contexto digital, percebe sinais fracos, constrói confiança antes de “vender”. Em muitos casos, fecha negócios com menos fricção e maior rapidez do que os modelos clássicos."
"Há ganhos evidentes. O canal é integrado na vida real do cliente. A negociação torna-se contínua, não episódica (não se perdendo rapport digital). O vendedor deixa de “interromper” para passar a encaixar. Isto é eficiência. E é inteligência comercial."
"Mas há o outro lado. Menos confortável e raramente assumido." afirma José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education
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