Mas os resultados oferecem uma pista que contraria o discurso dominante. Num momento em que se multiplicam os apelos ao regresso ao escritório em nome do desempenho, 67% dos gestores de pessoas avaliam como positivo ou muito positivo o impacto do trabalho híbrido e remoto na produtividade; apenas 13% lhe atribuem efeito negativo. Se quem mede e gere o desempenho das organizações não vê no modelo híbrido um problema, talvez a causa da produtividade anémica esteja noutro lado , na qualificação, na gestão, no investimento ou na dimensão das empresas , e não no local onde se trabalha.
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