Marketing Talk
Se os dados apresentam soluções, para que serve o CMO? Afinal, como é que a IA e os dados estão a apoiar ou a reconfigurar o pensamento estratégico na gestão de marcas
Os diretores de marketing nunca decidiram às cegas, só com o tal feeling a norteá-los. Pelo menos esperamos nós. Sempre recorreram a estudos de mercado, a dados de programas de fidelização, a análises Nielsen e a múltiplas fontes de informação para sustentar decisões estratégicas. Mais do tal feeling ou menos, mais análise ou menos, a gestão de marcas tem sido uma mistura entre evidência e julgamento.
O que mudou não foi a existência de dados. Foi o potencial de atuação sobre os mesmos.
Hoje, a Inteligência Artificial e a analítica avançada não se limitam a descrever o passado. Modelam cenários, antecipam comportamentos e sugerem ações em tempo real. O volume, a granularidade e a capacidade preditiva transformaram o papel da informação na organização. Mas ainda podemos ir mais longe ao dizer que a analítica prescrita permite atuar sobre o futuro, moldando-o. É, por isso, peça fundamental na inovação e no desenvolvimento de novos produtos. Perante esta nova realidade, a questão deixa de ser se o marketing deve usar dados. Essa discussão está encerrada há muito. A questão é outra. Quando os algoritmos passam a propor soluções estratégicas, como se redefine?
Detalhes da sessão:
📅11 de março (quarta-feira)
🕒18h30
📍Edifício Iscte Executive Education
Este evento realiza-se no âmbito do nosso Executive Master em Marketing Management.
A entrada é livre mas os lugares são limitados, sendo necessária a inscrição.
18h30 | Boas-vindas: Susana Marques e Professor Nuno Antunes - Coordenadores do Executive Master em Marketing Management
18h40 | Debate: moderado por Nuno Antunes , Coordenador do Executive Master em Marketing Management
➡️Ivo Bernardo: Fundador da DareData
➡️Nuno Santos: Country Service Line Leader - Audience Measurement da Ipsos Apeme
➡️ Luís Lobato Almeida Brand Marketing Director Pingo doce | Jerónimo Martins
19h30 | Q&A